domingo, 29 de março de 2015
sábado, 28 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
As Crianças e A Tortura
Compilado de série de reportagens originalmente exibidas entre os dias 10 e 14 (sendo a introdução dia 08) de junho de 2013, no telejornal "Jornal da Record", pela Rede Record (BRA)
quinta-feira, 19 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
Para as aulas de filosofia política e indústria cultural: manifestações de 15 de março de 2015.
Adeptos de intervenção militar falam em guerra civil e jihadistas no Brasil
sábado, 14 de março de 2015
Estudar o Caminho é estudar a si próprio.
"Estudar o Caminho é estudar a si próprio. Estudar a si próprio é esquecer-se de si próprio. Esquecer-se de si próprio é tornar-se iluminado por todas as coisas do universo. Ser iluminado por todas as coisas do universo é livrar-se do corpo e da mente, de si próprio bem como dos outros. Até mesmo os traços da iluminação são eliminados, e vida com iluminação sem traços continua para sempre."
(DOGEN)
terça-feira, 10 de março de 2015
Texto de apoio para a investigação no Mosteiro Zen
O cuidado de si
Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
Fernando
Pessoa
Na obra A Hermenêutica
do Sujeito, Foucault nos convida a pensar na noção do ‘cuidado de si
mesmo’, a qual, para os gregos, designava-se por epiméleia heautoû e, para os latinos, cura sui[1].
Apesar dos múltiplos
sentidos que marcaram a epiméleia heautoû,
três pontos característicos e gerais
devem ser lembrados acerca do cuidado de si: atitude geral, atenção
interior e ação transformadora.
Como atitude geral é uma forma de se relacionar consigo mesmo, com os outros e
com o mundo, um comportamento orientado por uma disposição interior. Como
atenção é um deslocamento do olhar, do foco, do interesse para o si mesmo, um
estado de alerta aos próprios pensamentos. Finalmente como ação, a epiméleia heautoû se refere às práticas,
exercícios ou técnicas pelas quais nos modificamos.
Se nos detivermos no
cuidado de si como técnica que possibilitava o acesso a verdade, ele já estava
disseminado por toda a Grécia arcaica e também em outras culturas, nos ritos de
purificação, imprescindíveis para o contato com o que os Deuses tinham a dizer;
nas técnicas de concentração da alma,
que dada a sua grande mobilidade, evitavam sua dispersão, fixando-a num modo de
existência; no retiro em si mesmo ou
anakhóresis, forma de desligar-se das sensações do mundo exterior; e nas
práticas de resistência, que eram um desdobramento da anakhóresis que possibilitava suportar provações dolorosas e
tentações difíceis.
O pitagorismo, muito
antes de Sócrates, trabalhou com muitas dessas práticas, como na purificação
para o sonho, no qual encontramos práticas preparatórias para o contato com o
mundo divino, mundo da verdade, como se entendia, entrementes, o sonho. Essa
purificação poderia ocorrer mediante músicas, perfumes ou, ainda, pelo exame de consciência. Ao lembrarmos
nossas faltas cometidas durante o dia, delas nos livramos. Outro exemplo são as
técnicas de provação, como aquelas
em que, após praticar uma série extenuante de exercícios, recusa-se uma
refeição farta colocada à nossa frente, e se medita sobre ela.
Sócrates é o
encarregado pelos Deuses de lembrar e incentivar os homens a ocuparem e
cuidarem de si mesmos. Na Apologia de
Sócrates, sabemos por meio de Platão, que ao proclamar o cuidado de si em
Atenas, ele abre mão de uma série de situações consideradas vantajosas, como
fortuna e cargos de poder e que agindo assim, conseguiu despertar, pela
primeira vez, os cidadãos de Atenas de um profundo sono. Portanto o cuidado de
si é a realidade mais admirável, pois proporciona algo equivalente a uma vida
consciente, ativa e desperta.
Como relatado em O
Banquete , Sócrates
dominava a anakhóresis, prática do retiro em si mesmo, bem como a
técnica de resistência. Andava
descalço sobre o gelo com mais facilidade do que faziam seus companheiros
calçados, e podia manter-se imóvel durante todo um dia e uma noite. Tudo isso
parece indicar a sua maestria nas técnicas
do cuidado de si.
O termo “anachóresis”, no contexto das práticas
de si mesmo, significa um ausentar-se do mundo no qual alguém se encontra
imerso, interromper o contato com o mundo exterior, não sentir sensações, não
se preocupar com o que passa à nossa volta, fazer como se não se visse o que
acontece. Uma ausência visível aos outros.
Como uma técnica
complementar da anachóresis era
desenvolvida uma prática conhecida como escritura de si mesmo: os hypomnémata.
Em um sentido técnico,
os hypomnémata podiam ser livros de
contas, registros públicos, cadernos de notas pessoais. Sua utilização como
“livros de vida”, “guias de conduta” era frequente entre o público culto.
Neles, anotavam-se as citações de obras famosas, exemplos de conduta,
reflexões, raciocínios. Eles constituíam a memória material das coisas lidas,
escutadas ou pensadas, um tesouro acumulado para a releitura e a meditação.
Esse material servia para a composição de tratados mais sistemáticos nos quais
se apresentavam os argumentos e os meios para lutar contra um vício ou para
superar os obstáculos e as desgraças da vida.
No Primeiro Alcibíades, vemos, então, surgir, a partir do cuidado de
si duas questões. A primeira diz respeito ao sujeito: o que é o si mesmo? E a segunda: qual é a tékhne para um bom governo? “Qual o eu de que devo ocupar-me a fim
de poder, como convém, ocupar-me com os outros a quem devo governar?” Resumindo
as duas perguntas: o que é o si mesmo, e o que é o cuidado necessário para
governar os outros?
Para responder a essas
questões, seguiremos as analogias de Sócrates, nas quais diferenciamos os
sujeitos e aquilo do qual se servem. Podemos distinguir, na arte da sapataria,
os instrumentos, como o cutelo, e o sapateiro. O mesmo verifica-se na música,
na qual distinguimos a cítara de seu músico. Mas, e quando agitamos a mãos?
Temos aí as mãos e aquele que se serve delas, o sujeito. O corpo não pode
servir-se do corpo, o elemento o qual se serve das mãos, dos olhos, da
linguagem e de todo o corpo só pode ser a alma. Servir-se este que, em grego khrêsthai/khrêsis, indica um
comportamento, uma atitude, relações com os outros e consigo mesmo, mas que não
é instrumental, nem substancial, mas sim transcendente e subjetiva.
Ao concebermos a alma
enquanto sujeito, o cuidado de si passa a distinguir-se em três outros tipos de
atividades. Primeiro, Foucault enuncia o exemplo do médico: quando o médico
adoece e aplica sobre si sua arte médica, podemos dizer que ele se ocupa
consigo mesmo? A resposta é não, pois ele está se ocupando com o corpo, e não
com o si mesmo da alma. A segunda atividade é a economia: quando um
proprietário ocupa-se com suas posses, seus bens e sua família, ele está se
ocupando consigo mesmo? Não, ele está se ocupando com o que é dele, e não
consigo mesmo. Os pretendentes de Alcibíades ocupavam-se com o próprio
Alcibíades? Da mesma forma que nos exemplos anteriores, a resposta é negativa,
haja vista que eles estavam ocupados com a beleza de seu corpo. Na verdade,
quem cuida de Alcibíades é Sócrates, pois apenas ele cuida de sua alma.
Sócrates é muito mais que um professor sofista, é mais que um pedagogo, é o
mestre da epiméleia heuatoû, pois:
Diferente do professor, ele não cuida de ensinar aptidões e
capacidades a quem ele guia, não procura ensiná-lo a falar nem a prevalecer
sobre os outros, etc. O mestre é aquele que cuida do cuidado que o sujeito tem
de si mesmo e que, no amor que tem pelo seu discípulo, encontra a possibilidade
de cuidar do cuidado que o discípulo tem de si próprio (FOUCAULT, 2004a, p.
73).
Sendo assim: o que é o
‘eu’ com o qual é preciso ocupar-se? A alma. O que é ocupar-se consigo mesmo, o
que é o cuidado de si? É conhecer a si mesmo, gnôthi seautón. Foucault nos diz que o aparecimento dessa
referência ao “conheça a si mesmo”, no Primeiro
Alcibíades, é totalmente diferente de outras duas anteriores. Enquanto a
primeira surge como prudência, para que Alcibíades relacione suas ambições com
suas capacidades, isto é, para que ele perceba suas limitações e a importância
em ocupar-se consigo mesmo; a segunda ressurge para responder quem é o si mesmo
com que se deve ocupar. E, finalmente, agora o gnôthi seautón emerge de maneira direta e decisiva, para dizer que
o cuidado de si é o conhecimento de si mesmo. E este momento afetará toda a
cultura greco-romana. A partir daí, surge a justificativa para que o cuidado de
si, ou seja, para que todas as práticas espirituais, sejam organizadas em torno
do “conheça a ti mesmo”. Apesar disso, em Platão, o conhecimento de si é apenas
um aspecto extremamente importante do cuidado de si, relação esta que será
revertida alguns séculos depois pelo neoplatonismo.
E como devemos nos
conhecer? Para chegar a esta resposta, Sócrates parte do exemplo do olho e do
espelho. Quando nos vemos no olho de alguém, semelhante a nós, vemo-nos a nós
mesmos. Mas este si mesmo que se vê não é graças ao olho, mas à visão, a qual é
também no olho do outro. Para a alma ver-se, é preciso que se volte para um
elemento de sua própria natureza. E qual é a natureza da alma? O pensamento e o
saber. Sendo divinos o pensamento e o saber, a alma deve voltar-se para o
divino, com o fim de conhecer-se a si mesma e receber a sabedoria, sophrosýne. De maneira que, a alma
conhecerá a diferença entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, e
saberá, enfim, governar a cidade.
No final do diálogo,
Alcibíades compromete-se a ocupar-se com a justiça, pois ocupar-se consigo
mesmo ou com a justiça, são equivalentes, já que tudo surgiu a partir da
preocupação em se tornar um bom governante. Infelizmente isto não se deu, e é o
mesmo Alcibíades que, já mais velho, no O
Banquete, lamenta ao dizer que acabou
envolvendo-se com os assuntos políticos de Atenas em vez de cuidar de si mesmo.
A questão
do cuidado de si
implica uma atitude ou
um conjunto
de atitudes , mediante
as quais o sujeito
transforma-se a si
mesmo e que
estão relacionadas a uma conversão do olhar , ou seja, uma mudança
no foco da atenção ,
que se desloca daqueles valores considerados importantes
pela maioria
(ói polloí) em
direção àqueles
que são
cuidados por
poucos (ói prôtoi), tais como a alma , o pensamento e a verdade.
Tal busca, empreendida
por Foucault em vista de um princípio tão antigo, como o cuidado de si, suas técnicas e suas transformações, pode gerar uma grande contribuição para entender o
sujeito moderno, a história da subjetividade e suas práticas e mesmo a educação
como construtora de determinado tipo de sujeito.
"Nossa
vida é o que nossos pensamentos fazem dela".
(MARCO
AURÉLIO, Meditações, IV, 3)
REFERÊNCIAS
Picoli,
Arlindo Rodrigues. Emancipação e cuidado
de si: impactos sobre a pratica educativa desde uma perspectiva foucauldiana. UERJ,
2008.
[1]
Literalmente, cuidado de si. Em
latim, cura refere-se a uma série de
coisas distintas, mas que mantém o sentido de cuidar: cuidado e diligência, mas
também, direção, encargo, administração, cuidados de um doente, tratamento,
trabalho, obra de espírito, obra literária, livro, causa de cuidado,
inquietação, cuidados de amor, tormentos de amor, amor, guarda, guardador,
vigia. (FERREIRA, s.d. p. 315).
sábado, 7 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
O Corpo
O Corpo - Paulinho Moska
Meu corpo tem cinqüenta braços
E ninguém vê porque só usa dois olhos
Meu corpo é um grande grito
E ninguém ouve porque não dá ouvidos
Meu corpo sabe que não é dele
Tudo aquilo que não pode tocar
Mas meu corpo quer ser igual àquele
Que por sua vez também já está cansado de não mudar
Meu corpo vai quebrar as formas
Se libertar dos muros da prisão
Meu corpo vai queimar as normas
E flutuar no espaço sem razão
Meu corpo vive, e depois morre
E tudo isso é culpa de um coração
Mas meu corpo não pode mais ser assim
Do jeito que ficou após sua educação
Meu corpo tem cinqüenta braços
E ninguém vê porque só usa dois olhos
Meu corpo é um grande grito
E ninguém ouve porque não dá ouvidos
Meu corpo sabe que não é dele
Tudo aquilo que não pode tocar
Mas meu corpo quer ser igual àquele
Que por sua vez também já está cansado de não mudar
Meu corpo vai quebrar as formas
Se libertar dos muros da prisão
Meu corpo vai queimar as normas
E flutuar no espaço sem razão
Meu corpo vive, e depois morre
E tudo isso é culpa de um coração
Mas meu corpo não pode mais ser assim
Do jeito que ficou após sua educação
Tô
"Se pararmos para ouvir a canção "Tô" de Tom Zé, viveremos uma genuína experiência filosófica. a letra da canção nos estimula a pensar..."
Silvio Gallo
O poder do pensamento
"...pensamos quando nos deparamos com um problema."
"Pensar, nesse sentido filosófico, não é algo comum. É um acontecimento raro e que produz transformações em nossas vidas. Quando pensamos, já não somos mais os mesmos."
Silvio Gallo
O pensamento e a descoberta da ferramenta:
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
O QUE É O GEEKIE GAMES ENEM?
O GEEKIE GAMES ENEM É UM PROJETO REALIZADO PELA GEEKIE, QUE DISPONIBILIZA DE FORMA GRATUITA AS MAIS AVANÇADAS TECNOLOGIAS DE APRENDIZADO ADAPTATIVO PARA TODOS AQUELES QUE QUEREM SE PREPARAR PARA O ENEM.
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http://www.geekiegames.com.br/
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Como fazer um mapa conceitual hierárquico
Criado por Sabrina L. Furtado
Um mapa conceitual pode ajudá-lo a organizar seus pensamentos e debater algumas idéias estelares. Eles também são perfeitos para aprendizes visuais e permitem que você veja como uma variedade de temas e processos estão conectados. Os mapas conceituais são normalmente feitos pela colocação de uma palavra em uma caixa ou oval e usando setas ou linhas de ligação a outras palavras para mostrar a relação entre esses assuntos. Os mapas conceituais mais comuns são os do tipo hierárquico, teia de aranha e de fluxograma. Veja como fazer um mapa conceitual para ajudá-lo a organizar seus pensamentos.
1
Faça uma lista de tópicos importantes. Antes de escolher o tema no topo da hierarquia de seu mapa, você deve escrever uma lista de temas importantes que estejam relacionados ao seu projeto ou à sua tarefa. Se você sabe que seu projeto deve ser sobre árvores, por exemplo, então essa palavra deveria ir no topo do seu mapa conceitual. Mas, se você só sabe que você tem de escrever ou pensar sobre objetos na natureza, ou materiais feitos da natureza, então sua tarefa é um pouco mais difícil.[1] Em primeiro lugar, escreva todos os conceitos relacionados com o tema geral:- Árvores
- Oxigênio
- Madeira
- Humanos
- Plantas
- Animais
- Casas
- Papel
2
Escolha o conceito mais importante. Após pensar em uma lista de conceitos relacionados ao seu projeto, você pode escolher o conceito que é mais essencial a todos os outros - a partir do qual todos os outros derivam. Isso pode ser óbvio, ou pode exigir um pouco de pensamento. Lembre-se de que, se é um mapa hierárquico, logo, a palavra central deve ser aquela que conecta todos as outras. Neste caso, a palavra é "Árvores".- Esta palavra será exibida em uma caixa ou oval no topo do seu mapa.
- Note que, em alguns casos, você pode pular o primeiro passo. Se você já sabe que você tem de escrever um artigo ou fazer uma apresentação sobre "Árvores", por exemplo, você pode escrever a palavra no topo do mapa hierárquico de imediato.
3
Ligue a palavra-chave às segundas palavras mais importantes da sua lista.Depois de encontrar a sua palavra-chave, desenhe setas que se estendem para baixo, para a esquerda e direita, para conectá-la às próximas duas ou três palavras mais importantes. Estas palavras próximas devem ser capazes de se conectar com as outras palavras que você listou, as quais aparecerão abaixo delas. Neste caso, o termo hierárquico é "Árvores", e será ligado aos dois termos importantes mais próximos, "Oxigênio" e "Madeira".
4
Ligue a segunda palavra-chave às palavras menos importantes. Agora que você já encontrou a sua palavra-chave e as próximas palavras mais importantes, você pode escrever logo abaixo as palavras que se relacionam com a segunda camada de palavras-chave. Esses termos se tornarão mais específicos, e devem relacionar-se com as palavras acima deles, "Oxigênio" e "Madeira", bem como à palavra mais central, "Árvores". Aqui estão os termos que você listará abaixo dos termos mais centrais:- Humanos
- Plantas
- Animais
- Casas
- Papel
- Móveis
5
Explique a relação entre as condições. Adicione linhas para ligar os termos e explicar a relação entre os termos em uma palavra ou duas. A relação pode variar, um conceito pode ser parte de um outro, pode ser crucial para o outro conceito, ele pode ser usado para produzir um outro conceito, ou pode haver uma grande variedade de outras relações. Aqui estão as relações entre os conceitos neste mapa:- Árvores dão oxigênio e madeira
- O oxigênio é importante para os seres humanos, plantas e animais
- A madeira é utilizada para fazer as casas, papel, móveis
Veja outros tipos de mapa conceitual em:
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Relato de experiência: Jonatas Braun Nantes, Mateus Tesche Pizzaia
Depois de uma longa caminhada, fomos agraciados com a
beleza do ambiente; o local era muito agradável com paisagens exuberantes, como
árvores de grande porte e plantas de vários tipos e cores. Havia lugares ótimos
para algumas fotos, como nascentes, com escadarias com um lugar perfeito. O
lugar era muito silencioso, podendo ouvir o canto dos pássaros, um lugar ótimo
para se viver.
A arquitetura do local tinha descendências orientais, as
construções eram bem planejadas, detalhada em madeira, um exemplo de detalhes
era o sino que tinha oitocentos quilos, que demorou um ano e meio para chegar
ao local.
“Estudar o budismo é estudar a si próprio, estudar a si
próprio, é esquecer-se de si próprio, esquecer-se de si próprio é, estar uno
com todas as coisas”, essa frase que nos fez meditar, tiramos uma conclusão que
estudar-se a si próprio é esquecer-se dos nossos pensamentos superficiais e
concentrar no seu interior, quando você esquece-se de si próprio você se torna
um com todas as coisas em sua volta.
Umas das praticas para de cuidado de si que nos
aprendemos foi a de meditação, onde você se esquece do que esta ao seu redor e
concentra em seus pensamentos. Uma experiência foi escutar o sopro do vento de
outra maneira que nós nunca havíamos observado.
Ir ao mosteiro foi uma experiência muito agradável,
devido ao local belo e o outro modo de pensar sobre a vida.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Joyce Carla de Souza e Khaila Haase Eller
Visita
feita no dia 18 de setembro de 2014. Ao chegarmos, fomos ver e admirar o portal
Torii, que foi construído em comemoração aos 30 anos do Mosteiro. Foi
inaugurado em agosto de 2004, e contou com a presença de uma comitiva de monges
dos mosteiros do Japão. Além disso, é o 6º ponto de parada do Circuito Caminhos
da Sabedoria. Seguimos para o Mosteiro, e ao chegarmos, tivemos que caminhar em
torno de 40 minutos, observando uma bela paisagem em volta. É uma área de
relevante interesse ecológico, pois abriga duas espécies de orquídeas ameaçadas
de extinção, tornando o local ainda mais precioso. Durante o caminho ao
mosteiro, tem várias placas dizendo como é importante fazer silêncio, para
ouvir a natureza.
Quando
chegamos, nosso guia se apresentou, falando do local e dos costumes. Fomos
observar um lago, onde diversas pessoas jogam moedas, em busca da realização de
desejos. Nesse lago contém uma fonte, onde a água cai, formando pequenas ondas
no lago, assim ressaltando que, é preciso a ajuda do outro. Ao lado do lago tem
um “jardim seco” com pedras e areia, representando o mesmo objetivo do lago,
desenhos de ondas na areia, demonstrando calma e harmonia.
Vimos
também um sino, Bonsho, que pesa quase uma tonelada, produzido no Japão,
especialmente para o Mosteiro. É tocado duas vezes por dia, para encerrar o
período de oração matinal pela manhã e a noite. Tivemos uma palestra sobre a
história do mosteiro, os costumes, e também houve uma dinâmica, ressaltando a
importância da união, da necessidade de ter um trabalho em conjunto. Foi
ensinada a posição para a meditação, os monges chamam de não ação. A maneira
correta era ficar sentada com
as pernas cruzadas, mãos na posição determinada, olhar 45º voltado para a
parede, língua no céu da boca, tentando livrar a mente de qualquer pensamento.
Fomos ao local apropriado para praticar essa ação, ou não ação, onde sempre
devíamos deixar tudo do mesmo jeito que estava, ou melhor. O principal objetivo
da meditação é conhecer a si mesmo, através do silêncio absoluto. É aí que se
encaixa a ética do cuidado de si, pois descobrimos o verdadeiro “eu” dentro de
nós, descobrindo assim, como agir em determinadas ocasiões.
Por fim, almoçamos e fomos embora.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Gustavo Petri, Willian Mariano
Os monges são bastantes ligados a natureza. Eles
restauraram a natureza no mosteiro há 40 anos, hoje o morro onde eles vivem
está bastante reflorestado e com riachos em todo seu território. Com o silencio
e possível ouvir o canto dos pássaros.
A arquitetura é basicamente oriental, é utilizada
bastante madeira nas suas construções . Lá se tem uma estatua do Buda e um
sino, tem um lago dos desejos onde a pessoa joga a moeda e faz um pedido.
Contem um local para meditação, e um outro local para mídia.
A cultura dos monges, pode ser oriental ao contrario da
cultura ocidental. A cultura oriental pensa no coletivo, no “nos”, procurando
fazer o melhor para todos. Já a cultura ocidental pensa individual, no “eu”,
procurando sempre se satisfazer não importa como.
Para os monges, o importante é o "nós". Eles também se
ligam a natureza, pois para eles, todos são como moléculas, mas organizadas
diferente, a sua ética e preservar a natureza.
O tema do cuidado de si aparece no vocabulário de Foucault no início dos anos 80. A expressão “cuidado de si” indica o conjunto das experiências e das técnicas que o sujeito elabora e que o ajuda a transformar-se a si mesmo.
As técnicas de si, tal como apresentadas por Foucault, não podem ser dissociadas do cuidado de si e podem ser compreendidas como o conjunto de tecnologias e experiências que participam do processo de constituição e transformação do sujeito.
O sujeito se define de maneira ativa pelas técnicas de si, elas não são inventadas por ele mesmo, são esquemas que o sujeito encontra na cultura e que lhe são propostos, sugeridos ou impostos pela sociedade ou grupo social.
Por meio da construção de determinadas Técnicas de si, torna-se possível a constituição das sociedades.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Drielly de Fátima Dettoni Schwambach e Renan Meira
O Mosteiro Zen Budista localizado em Ibiraçu é um local
onde existe a religião budista e também uma grande área de preservação ambiental.
Nesse Mosteiro, as visitas são abertas para pessoas de todas as religiões.
O primeiro local que visitamos, foi o Portal Somon, onde
as pessoas que quiserem contribuir com uma moeda, que são jogadas dentro de um
pequeno lago e os mesmos fazem pedidos e desejos, creem com sua fé que poderão
ser realizados. Logo em seguida
observamos o Bonsho, que é um sino que foi produzido no Japão especialmente
para o Mosteiro. Ele é tocado duas vezes ao dia, as duas são para o
encerramento das orações dos budas. Depois tivemos uma prática de meditação, o
que nos ensina um modo de pensar melhor em nossas vidas. São alguns minutos só
nosso, onde ficamos e permanecemos mais tranquilos para pensarmos em nossos problemas, nossas atitudes, sentimentos, preocupações, ou seja, refletir melhor
sobre si próprio, onde raciocinamos bem antes de agir.
Aprendemos sobre a
importância da ajuda ao próximo, por exemplo, sempre quando usamos alguma
coisa, devemos deixar do jeito que estava, e se possível até melhor, pois
quando outra pessoa for usar, estará tudo correto, de acordo com a necessidade
dela. Enfim, eles também esclareceram sobre o bom relacionamento que se deve
obter entre o ser humano e a natureza, pois um esta ligado ao outro.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Lucas Kister e Raphael Lúcio Antônio Almeida Barbosa
Visita
feita no dia 18 de setembro de 2014. Ao chegarmos ao Portal Torri do mosteiro,
foi feita uma breve parada para observarmos o mesmo. Logo após fomos de ônibus
o resto do caminho, mas o ônibus não subiu o morro, pois era muito íngreme.
Tivemos que fazer uma caminhada onde observamos a bela paisagem que é uma mata
reflorestada há 40 anos pelos monges que chegaram naquela região.
Quando
chegamos ao mosteiro, tivemos um guia chamado Paulo, que nos levou para
conhecer o local e seus costumes. O primeiro local visitado foi um lago, onde
as pessoas jogam moedas para fazer desejos, os monges recolhem essas moedas
para fazer caridades em certas entidades. Esse mesmo lago tem uma pequena fonte
caindo sobre ele, que faz pequenas ondas, e ensinam que uma pessoa depende da
outra. Ao lado do lago existe um “Jardim seco” feito de areia e pedras onde
demonstra calma e harmonia.
Há
um sino chamado Bonsho, que pesa quase uma tonelada, foi produzido no Japão
especialmente para o mosteiro. É tocado duas vezes ao dia, pela manhã, para
encerrar o período de oração matinal e à noite. Tivemos uma palestra com o
Paulo sobre a história do mosteiro e algumas práticas de posições para a
meditação. O principal objetivo da meditação é conhecer a si mesmo, através de
silêncio absoluto. Nela se encaixa o cuidado de si, pois descobrimos o
verdadeiro “eu” dentro de nós, isso nos ajuda, a saber, agir em determinadas
ocasiões.
Depois
almoçamos e fomos embora.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Bruno Favorette de Souza e Osvaldo Gonçalves de Sousa Junior
Nossa visita teve início com a chegada ao portal Torii,
que assinala a proximidade do santuário, continuamos até certo ponto de ônibus,
onde ele não conseguia mais subir, assim tivemos que seguir o caminho a pé.
Ao chegar ao local fomos recebidos pelo guia Paulo, ele
nos apresentou o mosteiro, a começar por um lago onde as pessoas jogam moedas e
fazem desejos perto do portal Somon. Em seguida Paulo nos levou pra conhecer o
Bonsho, um sino que pesa quase uma tonelada, foi produzido no Japão
especialmente para o mosteiro, o Bosho é tocado apenas duas vezes por dia, pele
manhã, para encerrar o período de orações matinal, e à noite.
Aprendemos também algumas posições de meditação para a
prática da não ação, que foi criada há mais de cinco mil anos que estimula a
concentração e o cuidado de si, que é quando a pessoa se isola do mundo,
através da meditação, para que possa se autoanalisar, observando e procurando
seus defeitos, nos quais vai buscar melhorar seu jeito de viver e de conviver
com as pessoas a sua volta. No Hattô que é o templo de Buda, e é restrito aos
monges, há uma imagem de Buda talhada em madeira.
O mosteiro foi fundado em 1974 pelo monge japonês Ryohan
Shingu, o local é destinado para a prática do budismo, mas é também uma
importante área de preservação ambiental, pois quando o monge chegou ao local a
área era destinada a criação de gado e a plantação de café, ao longo de 40 anos
a paisagem vem se transformando.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Relato de experiência Mosteiro Zen, LuÍs Filipe Thomazini Stinguel e Victor Hugo Oliveira dos Santos
A viagem no dia 18 de
setembro de 2014, onde conhecemos o Mosteiro Zen em Ibiraçu, nos proporcionou
um bom conhecimento sobre a cultura oriental. Logo pela chegada já percebemos
que era um local que nos proporcionava uma paz interior, junto à natureza. Uma
subida em meio à floresta com cachoeira e animais.
Chegamos ao local, e fomos
recepcionados pelo Paulo, o qual nos explicou sobre a prática do zen, o que foi
feito naquele lugar, o significado de cada coisa e cada local. No principio foi
um momento de papo onde ele nos esclareceu sobre oque ia presenciar. Então fomo
conhecer o pequeno lago, onde todo firam curiosos devido à quantidade de moeda
jogada ali dentro, explicou sobre uma ‘’piscina’’ de areia ao lado desse
pequeno lago, o esquecer do nosso eu e pensar-nos outros que isso nos torna mais digno, só assim
alcançamos a felicidade. Ele também falou que nossa existência é a mesma de
todas as coisas que existem na natureza, e a diferença seria a forma física. Depois
fomos ao sino onde é tocado ao começo do dia e ao final do dia e em ocasiões
especiais, nos mostrou a estátua de um Buda recém-chegado ali.
Terminadas as explicações sobre
esses locais, fomos para um auditório, e ali ele nos explicou como era o
mosteiro. O mosteiro era uma área antes devastadas, com pouca água, e com o
tempo ficou completamente diferente, bem melhor do que era antes. Ele veio do
Japão com outros monges e eles transformaram manualmente o local, no decorrer
dos anos, até virar oque é hoje, uma área totalmente reflorestada, com muita
água, fauna e flora reconstituída. Foi aí que nos explicou sobre o Zen, que é
estudar a sim mesmo, que é esquecer-se de si mesmo, que é estar uno com todas
as coisas. Explicou- nos cada detalhe de que é feita a meditação, o jeito de
sentar, o modo como devemos nos comportar... Para que fizéssemos tudo certo.
Depois de nos ensinar isso fomos onde os próprios monges fazem suas meditações
diárias. Então iniciamos o processo que durou aproximadamente dez minutos, onde
vimos que é difícil ter a concentração correta, esquece-se do mundo, esquece-se
de tudo, relaxar, vimos que isso é necessário no nosso dia a dia pois deixa uma
paz interior muito grande.
Cada gesto que você tinha que fazer
ajudava na concentração, pois com sua atenção todos naqueles movimentos,
esquecemo-nos cada coisa e podemos vivenciar um pouco da prática Zen. Após isso
fomos ao local onde almoçamos. A curiosidade é que em todo lugar devemos tirar
os sapatos, devido a cultura oriental as pessoas fazem isso para não precisar
limpar o local depois, não da trabalho a ninguém. Depois disso, fomos embora
pela linda natureza, ao nosso redor.
Relato de experiência: Igor dos Reis Dias de Oliveira
No dia 18 de setembro de dois mil e quatorze,
as turmas do 2ºI e 2ºH do IFES Campus Itapina foram levadas para uma visita
técnica ao Mosteiro Zen Budista Morro da Vargem de Ibiraçu, juntamente com os
professores Arlindo e Kauna, professores respectivamente das áreas de filosofia
e história.
O mosteiro foi introduzido no Espírito
Santo por monges no ano de 1974, pelo mestre Ryohan Shingu, e é o único da América Latina. Possui
150 hectares de terra, onde a maioria é destinada a preservação da Mata
Atlântica, como dizia Mestre Dogen “Apesar de as montanhas
parecerem pertencer ao país, na realidade pertencem àqueles que as amam”. É
tradição de a religião estar em perfeita sintonia a respeito por todas as
formas de vida e por todas as coisas que nos cercam. A ação ambiental sempre
foi uma das mais importantes atividades dos monges. Assim, a fauna e a flora
são abertas aos visitantes e possui todo tipo de sinalização sobre o
ecossistema contando com trilhas pela floresta. O ambiente também é formado por
diversas estruturas remetidas a religião budista, como um enorme sino e uma
estátua do próprio deus, vindo do Japão como um presente de 40 anos de
aniversário do Mosteiro. Jardins, templos e esculturas, típicos da religião
oriental, estão presentes por todo o lugar.
Durante o passeio aprendemos a prática do zen-budismo. O
propósito é que através da meditação e o cuidado de si é possível transformar o
mundo, despertando-nos para a verdade de que somos e compartilhando das
mesmas necessidades primárias de que a felicidade de todos é a nossa verdadeira
felicidade. Para atingirmos isso, precisa-se praticar a meditação zen, que
é a meditação sentada, em que ficamos por um tempo em total silêncio.
Esse é o meio de nos conhecermos: através do pensamento e o saber para
atingirmos a iluminação (verdadeira sabedoria).
Relato de experiência Mosteiro Zen: Iderval Ribeiro Soares Filho
No dia 18 de setembro de
2014 foi realizada uma viajem para o mosteiro zen budista localizado na região
do município de IBIRAÇU-ES. Fomos orientados pelos professores das disciplinas
de historia e filosofia, professora Kalna e professor Arlindo Picoli.
Saímos do instituto as 7:00
horas da manha. A viajem ocorreu de forma tranquila. De principio tivemos que
fazer uma caminhada longe em um terreno íngreme que nos possibilita observar
paisagens maravilhosas. Ao chegarmos no local do mosteiro fomos recebidos por
um guia onde tivemos um breve explicação da historia do mosteiro. Logo após
fomos a uma sala onde temos que retirar as sandálias na porta por motivos
religiosos, fomos apresentados a cultura budista, acompanhamos a evolução do
local ate os dias atuais, as obras que ali estão depositadas. Foi um momentos
bem prazeroso. Também fomos instruídos a forma correta de como realizar o
momento de meditação.
Dirigimos-nos a um salão
onde nos realizamos a cerimonia, fica-se apoiado em um posição de 3 pontos de
apoio ao chão, coluna ereta com as mão esquerda sobreposta à direita, e
exercitamos a nossa respiração. Após esse momento fomos almoçar. Logo após o
almoço tivemos momentos de ação livre onde poderíamos sair para ver e observar
todo o local. Tivemos explicação de um grande sino que e tocado quando se tem
celebração especiais, um estatua de buda que havia sido traga para o mosteiro,
um lago cuidadosamente zelado e arrumado de acordo com os costumes de buda.
No momento de meditação se
tem um possibilidade de se fazer um contado com nossos desejos mais profundo, a
um estado de plenitude que entramos e fascinante, e possível organizar nossos
pensamentos de forma muita mais clara e fácil, observações de como é a
nossa natureza, observamos o nosso caráter.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Luan Schramm e Raphael do Rosário de Carvalho
No dia 18 de setembro de 2014 saímos para
visita técnica ao mosteiro zen budista, com os devidos professores de filosofia
e história, saímos as 07:00 horas da manhã , com o retorno marcado para as
15:00 horas da tarde.
Antes de chega ao mosteiro passamos primeiro
ao portal budista para ‘limpa a alma, porem tivemos pouco tempo para tirar
fotos e aproveitar aquele lindo local, logo depois ainda no ônibus começamos a
subir o morro, porém o ônibus não aguentou a subida por ser muito íngreme, então,
subimos a pé a partir daí.
Demorou pelo menos um 01:00 hora para subir, pois,
estávamos tirando fotos e paramos em uma graciosa gruta no meio do morro, onde
há uma nascente, aproveitamos para beber água e reabastecer os litros, pois
realmente eh muito cansativo.
Com
aquela natureza na sua real forma, na Mata Atlântica nativa, é revigorante, e
meio que perde a noção de cansaço com toda aquela beleza superior, é difícil a
subida, porém gratificante, pois ao chegarmos ao mosteiro em si, vimos que é um
local tranquilo, bonito ,as construções
do local bem arquitetado.
Chegando
lá nos fomos recebido por um guia, que o trabalho dele é falar sobre o
mosteiro. Ele, aparentemente bem experiente, falou muito bem sobre o lago,
sobre o sino, que só o monge toca o sino no ano novo, são tocados 108 vezes. Ele
ainda nos mostro um novo Buda que tinha acabado de chega, como de esperado de
uma obra bem feita, depois fomos a um local ele falou um palco sobre o mosteiro, e de como se tonar um monges, e
o quê que os monges fazem.
Ele fez uma dinâmica, essa dinâmica significava
que cada um tinha o seu valor, e que todos dependem de todos, após isso, fomos
para o local de meditação lá ele nos explicou como funciona a forma de
meditação o gestos como se senta os gestos de comprimento, depois que ele
explicou tudo e de nos ensinar os agradecimentos, colocamos em pratica tudo que
ele disse e ficamos 5 minutos, nesse tempo ele falou algumas coisa para
refletir.
No final almoçamos, descemos (o quê demora
bem menos que subir Amém) chegamos ao ônibus e fomos embora.
Relato de experiência Mosteiro Zen: Mylena Kamke Boasquives, Geferson Rocha Santos e Mikael Nienke Pintos
No dia dezoito de setembro de dois
mil e quatorze, os alunos das turmas do 2º ano H e I do IFES Campus Itapina
foram a uma visita técnica ao Mosteiro Zen Budista localizado em Ibiraçu,
juntamente com o professor Arlindo, e a professora Kalna da disciplina de
história.
O Mosteiro possui uma grande área
de reserva da Mata Atlântica em que nos é possível estar em contato direto com
a natureza, seja através da presença da fauna e a flora. É possível observar também
várias estruturas de caráter oriental, inclusive a arquitetura característica
dos japoneses, cultura a qual é a origem do culto ao deus Buda.
Durante o percurso, reparamos em
diversas esculturas e grandes objetos da cultura oriental budista. Vale citar
um grande sino budista e uma estátua do próprio deus oriundos do próprio Japão,
como um presente ao aniversário de 40 anos.
Experimentamos algumas práticas do
budismo, como a meditação zen. Seu objetivo é focar o cuidado de si, pois
quando se está meditando, uma das principais metas é deixar os pensamentos virem e, com
o silêncio conseguir ouvir sons que com o barulho não nos é possível, a fim de
cultivar um encontro com a mente iluminada, transparente e imaculada. Como
por exemplo: ouvir o som do vento que faz as folhas balançarem, pensar em nada
ou não escutar nada, somente sentir uma paz anterior. Por meio do silêncio, meditação, seriam resolvidos os problemas com
dualismo, alterando os modos de pensar, perceber e agir mediantes práticas
concretas de investigação de nós mesmos. Logo, construindo caminhos para uma
cultura de paz e felicidade.
Por toda a visita, conhecemos a
história do mosteiro, como ele foi construído e a restauração da cobertura
vegetal até os dias de hoje.
O Mosteiro Zen Budista de Ibiraçu
é o único da América Latina, apesar de se encontrar alguns templos budistas.
Relato de experiência: Daiany Gomes Mesquita de Miranda, Cecília Ribeiro Miliorelli, Maria Fernanda de Souza Granja
A viagem técnica ao Mosteiro Zen Budista ocorreu no dia
18/09 com o intuito de nos aproximar da cultura oriental. Logo na entrada uma
frase nos dava uma prévia do que encontraríamos: “Estudar Budismo, é estudar a
si próprio. Estudar a si próprio, e esquecer de si próprio. Esquecer de si
próprio, é estar uno com todas as coisas”- Dógen, séc.XIII . Logo, nos foi
apresentado que na cultura budista , todo tipo de vida e seres inanimados só se
diferem pela sua forma de expressão no Mundo, ou seja , sua forma física ,
portanto, nos é ensinado que a felicidade é conquistada quando conseguimos
desenvolver um sentimento genuíno, o amor pelos outros e por tudo que nos
cerca, esquecendo então o “eu” e nos dedicando a pensar nos outros, contudo não
devemos desprezar-nos a si mesmos nem nos julgarmos inferiores, mas sim
adquirirmos autoconfiança na capacidade de nos relacionarmos e socorrermos os
que nos cercam.
O mosteiro foi fundado por um homem comum, estudante de
medicina que pouco antes de começar a exercer a profissão decidiu abrir mão de
tudo e se dedicar às práticas budistas, com as quais tivera contato algum tempo
antes em uma viagem ao Japão. Após procurar um lugar ideal para montar o
mosteiro, ele acabou optando por instalá-lo em uma região de montanhas isoladas
em Ibiraçu. Este local estava no período isolado e abandonado, era uma imensa
área de pastagem que com o passar dos anos vem sendo recuperado, hoje, o
mosteiro possui grande área de matas e é referência na proteção da Mata
Atlântica.
Quando entramos no local nos deparamos com um ambiente
extremamente organizado, limpo, calmo, tranquilo, nos sentimos como se o tempo
estivesse passando mais devagar, quase parando. Ainda na entrada nos
surpreendemos com um grande sino e uma escultura de um Buda recém-chegado ao
mosteiro devido às comemorações dos quarenta anos do mesmo. Ambos foram feitos
por uma família tradicional no Japão, sendo o sino trabalhado em uma rocha
vulcânica.
As construções são aparentemente fiéis as da cultura
oriental, sendo que o cemitério presente nos entornos impressiona com suas
lápides e um memorial a Augusto Ruschi.
Tivemos um momento onde ouvimos um pouco da história do
mosteiro e recebemos informações a respeito da cultura oriental, da preocupação
deles com o meio em que vivem, do respeito para com o próximo e dos significados que permeiam as atitudes que eles tomam para um exercício de
meditação. Durante esse exercício tínhamos que deixar os pensamentos fluírem
sem nos apegar a eles, porém, tivemos um pouco de dificuldade, pois algumas
pessoas não conseguiram se concentrar e seus risos e ruídos acabavam
atrapalhando também o nosso momento.
Depois disso, almoçamos e retornamos para a escola e à
nossa rotina, com a sensação de que desacelerar e observar o Mundo a nossa
volta, às vezes, pode ser muito construtivo e prazeroso.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Mosteiro Zen: pesquisa bibliográfica
Breve
histórico do Mosteiro Morro da vagem
O monteiro está localizado em Ibiraçu, nome que na língua dos índios tupiniquins, significa "Arvore Grande".
Esse nome se dá por causa da grande quantidade de árvores nativas de grande porte no alto do morro da vagem, mas que na década de 70 acabou sendo atacada por fazendeiros para que plantassem café, que era uma grande fonte de renda nessa época. Pouco sobrou da vasta vegetação original de Mata Atlântica.
O ponto mais alto do cume era de difícil acesso, mas lá possuía uma intensa beleza, o alto do cume foi alcançado pelo mestre Ryoham Shingu, que foi o fundador do Mosteiro Zen em 1974.
Como a cultura japonesa era pouco conhecida por aqui naquela época, poucos brasileiros procuravam o zen, ainda mais por seu difícil acesso ao cume.
Foram muitas dificuldades enfrentadas, como os templos ainda rústicos, mas que foram vencidas no decorrer do tempo. Assim, uma das principais dificuldades superadas foi o calçamento da estrada até o alto do cume, pois isso influenciava o acesso das pessoas na busca dessa prática.
Um dos grandes projetos implantados pelo mosteiro foi o projeto ambiental de recuperação e conservação das matas. Milhares de árvores nativas foram plantadas e esse projeto teve reconhecimento nacional, trazendo conquistas para o mosteiro.
O monteiro está localizado em Ibiraçu, nome que na língua dos índios tupiniquins, significa "Arvore Grande".
Esse nome se dá por causa da grande quantidade de árvores nativas de grande porte no alto do morro da vagem, mas que na década de 70 acabou sendo atacada por fazendeiros para que plantassem café, que era uma grande fonte de renda nessa época. Pouco sobrou da vasta vegetação original de Mata Atlântica.
O ponto mais alto do cume era de difícil acesso, mas lá possuía uma intensa beleza, o alto do cume foi alcançado pelo mestre Ryoham Shingu, que foi o fundador do Mosteiro Zen em 1974.
Como a cultura japonesa era pouco conhecida por aqui naquela época, poucos brasileiros procuravam o zen, ainda mais por seu difícil acesso ao cume.
Foram muitas dificuldades enfrentadas, como os templos ainda rústicos, mas que foram vencidas no decorrer do tempo. Assim, uma das principais dificuldades superadas foi o calçamento da estrada até o alto do cume, pois isso influenciava o acesso das pessoas na busca dessa prática.
Um dos grandes projetos implantados pelo mosteiro foi o projeto ambiental de recuperação e conservação das matas. Milhares de árvores nativas foram plantadas e esse projeto teve reconhecimento nacional, trazendo conquistas para o mosteiro.
Mente Sentada
As pessoas que buscam o zen, buscam a estudar a si próprias, esquecendo totalmente o mundo fora do mosteiro. É realizada com humor, disciplina, e concentração vivendo uma vida simples.
Uma frase que os budistas dizem que deve ser trabalhada é “não existe mente sem corpo nem corpo sem mente”, os dois sempre tem que trabalhar em conjunto.
Luan Lucas Gomes Norbau
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