Indústria cultural e cultura de massas

sábado, 26 de fevereiro de 2011





Indústria cultural e cultura de massa
Marilena Chauí

A partir da segunda revolução industrial no século XIX e prosseguindo no que se denomina agora sociedade pós-industrial ou pós-moderna (iniciada nos anos 70 do século passado), as artes foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural, baseada na ideia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série. As obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo.

Perdida a aura, a arte não se democratizou, massificou-se para consumo rápido no mercado da moda e nos meios de comunicação de massa, transformando-se em propaganda e publicidade, sinal de status social, prestígio político e controle cultural.

Sob os efeitos da massificação da indústria e consumo culturais, as artes correm o risco de perder três de suas principais características:

1. de expressivas, tornarem-se reprodutivas e repetitivas;

2. de trabalho da criação, tornarem-se eventos para consumo;

3. de experimentação do novo, tornarem-se consagração do consagrado pela moda e pelo consumo.

A arte possui intrinsecamente valor de exposição ou exponibilidade, isto é, existe para ser contemplada e fruída. É essencialmente espetáculo, palavra que vem do latim e significa: dado à visibilidade. No entanto, sob o controle econômico e ideológico das empresas de produção artística, a arte se transformou em seu oposto: é um evento para tornar invisível a realidade e o próprio trabalho criador das obras. É algo para ser consumido e não para ser conhecido, fruído e superado por novas obras.

As obras de arte e de pensamento poderiam democratizar-se com os novos meios de comunicação, pois todos poderiam, em princípio, ter acesso a elas, conhecê-las, incorporá-las em suas vidas, criticá-las, e os artistas e pensadores poderiam superá-las em outras, novas.

A democratização da cultura tem como precondição a ideia de que os bens culturais (no sentido restrito de obras de arte e de pensamento e não no sentido antropológico amplo, que apresentamos no estudo sobre a ideia de Cultura) são direito de todos e não privilégio de alguns. Democracia cultural significa direito de acesso e de fruição das obras culturais, direito à informação e à formação culturais, direito à produção cultural.

Ora, a indústria cultural acarreta o resultado oposto, ao massificar a Cultura. Por quê?

Em primeiro lugar, porque separa os bens culturais pelo seu suposto valor de mercado: há obras “caras” e “raras”, destinadas aos privilegiados que podem pagar por elas, formando uma elite cultural; e há obras “baratas” e “comuns”, destinadas à massa. Assim, em vez de garantir o mesmo direito de todos à totalidade da produção cultural, a indústria cultural introduz a divisão social entre elite “culta” e massa “inculta”. O que é a massa? É um agregado sem forma, sem rosto, sem identidade e sem pleno direito à Cultura.

Em segundo lugar, porque cria a ilusão de que todos têm acesso aos mesmos bens culturais, cada um escolhendo livremente o que deseja, como o consumidor num supermercado. No entanto, basta darmos atenção aos horários dos programas de rádio e televisão ou ao que é vendido nas bancas de jornal e revistas para vermos que, através dos preços, as empresas de divulgação cultural já selecionaram de antemão o que cada grupo social pode e deve ouvir, ver ou ler.

No caso dos jornais e revistas, por exemplo, a qualidade do papel, a qualidade gráfica de letras e imagens, o tipo de manchete e de matéria publicada definem o consumidor e determinam o conteúdo daquilo a que terá acesso e tipo de informação que poderá receber. Se compararmos, numa manhã, cinco ou seis jornais, perceberemos que o mesmo mundo – este no qual todos vivemos – transforma-se em cinco ou seis mundos diferentes ou mesmo opostos, pois um mesmo acontecimento recebe cinco ou seis tratamentos diversos, em função do leitor que a empresa jornalística pretende atingir.

Em terceiro lugar, porque inventa uma figura chamada “espectador médio”, “ouvinte médio” e “leitor médio”, aos quais são atribuídas certas capacidades mentais “médias”, certos conhecimentos “médios” e certos gostos “médios”, oferecendo-lhes produtos culturais “médios”. Que significa isso?

A indústria cultural vende Cultura. Para vendê-la, deve seduzir e agradar o consumidor. Para seduzi-lo e agradá-lo, não pode chocá-lo, provocá-lo, fazê-lo pensar, fazê-lo ter informações novas que o perturbem, mas deve devolver-lhe, com nova aparência, o que ele já sabe, já viu, já fez. A “média” é o senso comum cristalizado que a indústria cultural devolve com cara de coisa nova.

Em quarto lugar, porque define a Cultura como lazer e entretenimento, diversão e distração, de modo que tudo o que nas obras de arte e de pensamento significa trabalho da sensibilidade, da imaginação, da inteligência, da reflexão e da crítica não tem interesse, não “vende”. Massificar é, assim, banalizar a expressão artística e intelectual. Em lugar de difundir e divulgar a Cultura, despertando interesse por ela, a indústria cultural realiza a vulgarização das artes e dos conhecimentos.

Os meios de comunicação

Dos meios de comunicação, sem dúvida, o rádio e a televisão manifestam mais do que todos os outros esses traços da indústria cultural.

Começam introduzindo duas divisões: a dos públicos (as chamadas “classes” A, B, C e D) e a dos horários (a programação se organiza em horários específicos que combinam a “classe”, a ocupação – donas-de-casa, trabalhadores manuais, profissionais liberais, executivos -, a idade – crianças, adolescentes, adultos – e o sexo).

Essa divisão é feita para atender às exigências dos patrocinadores, que financiam os programas em vista dos consumidores potenciais de seus produtos e, portanto, criam a especificação do conteúdo e do horário de cada programa. Em outras palavras, o conteúdo, a forma e o horário do programa já trazem em seu próprio interior a marca do patrocinador.

Muitas vezes, o patrocinador financia um programa que nada tem a ver, diretamente, com o conteúdo e a forma veiculados. Ele o faz porque, nesse caso, não está vendendo um produto, mas a imagem de sua empresa. É assim, por exemplo, que uma empresa de cosméticos pode, em lugar de patrocinar um programa feminino, patrocinar concertos de música clássica; uma revendedora de motocicletas, em lugar de patrocinar um programa para adolescentes, pode patrocinar um programa sobre ecologia.

A figura do patrocinador determina o conteúdo e a forma de outros programas, ainda que não patrocinados por ele. Por exemplo, um banco de um governo estadual pode patrocinar um programa de auditório, pois isto é conveniente para atrair clientes, mas pode, indiretamente, influenciar o conteúdo veiculado pelos noticiários. Por quê?

Porque a quantidade de dinheiro paga pelo banco à rádio ou à televisão para o programa de auditório é muito elevada e interessa aos proprietários daquela rádio ou televisão. Se o noticiário apresentar notícias desfavoráveis ao governo do Estado ao qual pertence o banco, este pode suspender o patrocínio do programa de auditório. Para não perder o cliente, a emissora de rádio ou de televisão não veicula notícias desfavoráveis àquele governo e, pior, veicula apenas as que lhe são favoráveis. Dessa maneira, o direito à informação desaparece e os ouvintes ou telespectadores são desinformados ou ficam mal informados.

A desinformação, aliás, é o principal resultado da maioria dos noticiários de rádio e televisão. Com efeito, como são apresentadas as notícias? De modo geral, são apresentadas de maneira a impedir que o ouvinte e o espectador possam localizá-la no espaço e no tempo.

Falta de localização espacial: o espaço real é o aparelho de rádio e a tela da televisão, que tem a peculiaridade de retirar as diferenças e distâncias geográficas, de tal modo que algo acontecido na China, na Índia, nos Estados Unidos ou em Campina Grande pareça igualmente próximo e igualmente distante.

Falta de localização temporal: os acontecimentos são relatados como se não tivessem causas passadas nem efeitos futuros; surgem como pontos puramente atuais ou presentes, sem continuidade no tempo, sem origem e sem consequências; existem enquanto forem objetos de transmissão e deixam de existir se não forem transmitidos.

Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o mundo inteiro num instante, mas o fazem de tal maneira que o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmentados de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo. Nada sabemos, depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.

Também é interessante a inversão entre realidade e ficção produzida pela mídia. Acabamos de mencionar o modo como o noticiário nos apresenta um mundo irreal, sem História, sem causas nem consequências, descontínuo e fragmentado. Em contrapartida, as novelas criam o sentimento de realidade. Elas o fazem usando três procedimentos principais:

1. o tempo dos acontecimentos novelísticos é lento para dar a ilusão de que, a cada capítulo, passou-se apenas um dia de nossa vida, ou passaram-se algumas horas, tais como realmente passariam se fôssemos nós a viver os acontecimentos narrados;

2. os personagens, seus hábitos, sua linguagem, suas casas, suas roupas, seus objetos são apresentados com o máximo de realismo possível, de modo a impedir que tenhamos distância diante deles (ao contrário do cinema e do teatro, que suscitam em nós o sentimento de proximidade justamente porque nos fazem experimentar o da distância);

3. como consequência, a novela nos aparece como relato do real, enquanto o noticiário nos aparece como irreal. Basta ver, por exemplo, a reação de cidades inteiras quando uma personagem da novela morre (as pessoas choram, querem ir ao enterro, ficam de luto) e a falta de reação das pessoas diante de chacinas reais, apresentadas nos noticiários.

Vale a pena, também, mencionar dois outros efeitos que a mídia produz em nossas mentes: a dispersão da atenção e a infantilização.

Para atender aos interesses econômicos dos patrocinadores, a mídia divide a programação em blocos que duram de sete a dez minutos, cada bloco sendo interrompido pelos comerciais. Essa divisão do tempo nos leva a concentrar a atenção durante os sete ou dez minutos de programa e a desconcentrá-la durante as pausas para a publicidade.

Pouco a pouco, isso se torna um hábito. Artistas de teatro afirmam que, durante um espetáculo, sentem o público ficar desatento a cada sete minutos. Professores observam que seus alunos perdem a atenção a cada dez minutos e só voltam a se concentrar após uma pausa que dão a si mesmos, como se dividissem a aula em “programa” e “comercial”.

Ora, um dos resultados dessa mudança mental transparece quando criança e jovem tentam ler um livro: não conseguem ler mais do que sete a dez minutos de cada vez, não conseguem suportar a ausência de imagens e ilustrações no texto, não suportam a ideia de precisar ler “um livro inteiro”. A atenção e a concentração, a capacidade de abstração intelectual e de exercício do pensamento foram destruídas. Como esperar que possam desejar e interessar-se pelas obras de arte e de pensamento?

Por ser um ramo da indústria cultural e, portanto, por ser fundamentalmente uma vendedora de Cultura que precisa agradar o consumidor, a mídia infantiliza. Como isso acontece? Uma pessoa (criança ou não) é infantil quando não consegue suportar a distância temporal entre seu desejo e a satisfação dele. A criança é infantil justamente porque para ela o intervalo entre o desejo e a satisfação é intolerável (por isso a criança pequenina chora tanto).

Ora, o que faz a mídia? Promete e oferece gratificação instantânea. Como o consegue? Criando em nós os desejos e oferecendo produtos (publicidade e programação) para satisfazê-los. O ouvinte que gira o dial do aparelho de rádio continuamente e o telespectador que muda continuamente de canal o fazem porque sabem que, em algum lugar, seu desejo será imediatamente satisfeito.

Além disso, como a programação se dirige ao que já sabemos e já gostamos, e como toma a cultura sob a forma de lazer e entretenimento, a mídia satisfaz imediatamente nossos desejos porque não exige de nós atenção, pensamento, reflexão, crítica, perturbação de nossa sensibilidade e de nossa fantasia. Em suma, não nos pede o que as obras de arte e de pensamento nos pedem: trabalho sensorial e mental para compreendê-las, amá-las, criticá-las, superá-las. A Cultura nos satisfaz, se tivermos paciência para compreendê-la e decifrá-la. Exige maturidade. A mídia nos satisfaz porque nada nos pede, senão que permaneçamos sempre infantis.

Um último traço da indústria cultural que merece nossa atenção é seu autoritarismo, sob a aparência de democracia. Um dos melhores exemplos encontra-se nos programas de aconselhamento. Um especialista – é sempre um especialista – nos ensina a viver, um outro nos ensina a criar os filhos, outro nos ensina a fazer sexo, e assim vão se sucedendo especialistas que nos ensinam a ter um corpo juvenil e saudável, boas maneiras, jardinagem, meditação espiritual, enfim, não há um único aspecto de nossa existência que deixe de ser ensinado por um especialista competente.

Em princípio, seria absurdo e injusto considerar tais ensinamentos como autoritários. Pelo contrário, deveríamos considerá-los uma forma de democratizar e sociabilizar conhecimentos. Onde se encontra o lado autoritário desse tipo de programação (no rádio e na televisão) e de publicação (no caso de jornais, revistas e livros)? No fato de que funcionam como intimidação social.

De fato, como a mídia nos infantiliza, diminui nossa atenção e capacidade de pensamento, inverte realidade e ficção e promete, por meio da publicidade, colocar a felicidade imediatamente ao alcance de nossas mãos, transforma-nos num público dócil e passivo. Uma vez que nos tornamos dóceis e passivos, os programas de aconselhamento, longe de divulgar informações (como parece ser a intenção generosa dos especialistas) torna-se um processo de inculcação de valores, hábitos, comportamentos e ideias, pois não estamos preparados para pensar, avaliar e julgar o que vemos, ouvimos e lemos. Por isso, ficamos intimidados, isto é, passamos a considerar que nada sabemos, que somos incompetentes para viver e agir se não seguirmos a autoridade competente do especialista.

Dessa maneira, um conjunto de programas e publicações que poderiam ter verdadeiro significado cultural tornam-se o contrário da Cultura e de sua democratização, pois se dirigem a um público transformado em massa inculta, desinformada e passiva.

Cinema e televisão

Como a televisão, o cinema é uma indústria. Como ela, depende de investimentos, mercados, propaganda. Como ela, preocupa-se com o lucro, a moda, o consumo.

No entanto, independentemente da boa ou má qualidade dos filmes, o cinema difere da televisão em um aspecto fundamental.

A televisão é um meio técnico de comunicação à distância, que empresta do jornalismo a ideia de reportagem e notícia, da literatura, a ideia do folhetim novelesco, do teatro, a ideia de relação com um público presente, e do cinema, os procedimentos com imagens. Do ponto de vista do receptor, o aparelho televisor é um eletrodoméstico, como o liquidificador ou a geladeira.

O cinema é a forma contemporânea da arte: a da imagem sonora em movimento. Nele, a câmera capta uma sociedade complexa, múltipla e diferenciada, combinando de maneira totalmente nova, música, dança, literatura, escultura, pintura, arquitetura, história e, pelos efeitos especiais, criando realidades novas, insólitas, numa imaginação plástica infinita que só tem correspondência nos sonhos.

Como o livro, o cinema tem o poder extraordinário, próprio da obra de arte, de tornar presente o ausente, próximo o distante, distante o próximo, entrecruzando realidade e irrealidade, verdade e fantasia, reflexão e devaneio.

Nele, a criatividade do diretor e a expressividade dramática ou cômica do intérprete pode manifestar-se e oferecer-se plenamente ao público, sem distinção étnica, sexual, religiosa ou social. Apesar dos pesares, Benjamin tinha razão ao considerar o cinema a arte democrática do nosso tempo.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2000, p.422-428.
Exercícios - Cultura, Ideologia e Industria Cultural

1- (UEL – 2003) O etnocentrismo pode ser definido como uma “atitude emocionalmente condicionada que leva a considerar e julgar sociedades culturalmente diversas com critérios fornecidos pela própria cultura. Assim, compreende-se a tendência para menosprezar ou odiar culturas cujos padrões se afastam ou divergem dos da cultura do observador que exterioriza a atitude etnocêntrica. (...) Preconceito racial, nacionalismo, preconceito de classe ou de profissão, intolerância religiosa são algumas formas de etnocentrismo”. (WILLEMS, E. Dicionário de Sociologia. Porto Alegre: Editora Globo, 1970. p. 125.)
Com base no texto e nos conhecimentos de sociologia, assinale a alternativa cujo discurso revela uma atitude etnocêntrica:
a) A existência de culturas subdesenvolvidas relaciona-se à presença, em sua formação, de etnias de tipo incivilizado.
b) Os povos indígenas possuem um acúmulo de saberes que podem influenciar as formas de conhecimentos ocidentais.
c) Os critérios de julgamento das culturas diferentes devem primar pela tolerância e pela compreensão dos valores, da lógica e da dinâmica própria a cada uma delas.
d) As culturas podem conviver de forma democrática, dada a inexistência de relações de superioridade e inferioridade entre as mesmas.
e) O encontro entre diferentes culturas propicia a humanização das relações sociais, a partir do aprendizado sobre as diferentes visões de mundo.

2- (UEL – 2004) Observe os quadrinhos a seguir:

Fonte: HENFIL. Fradim. Rio de Janeiro: Codecri, [197-], p. 3.
Nos quadrinhos o cartunista faz uma ironia sobre a perspectiva adotada pelos ‘civilizados’ em relação aos ameríndios. Por intermédio dessa ironia, Henfil revela práticas contumazes dos ditos ‘civilizados’. Sobre essas práticas, analise as afirmativas a seguir.
I. As práticas dos ‘civilizados’ expressam uma postura de relativismo cultural, pois os aspectos da cultura ameríndia são abordados em seu próprio contexto.
II. A disposição de assimilar os ameríndios à ‘civilização’ é um sinal evidente de negação do direito à diferença cultural.
III. Os ‘civilizados’ se propõem a estabelecer uma relação simétrica com a sociedade dos ameríndios.
IV. Os ameríndios são vistos pelos ‘civilizados’ sobretudo pela ausência do que é natural para os próprios civilizados.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III, IV.
e) II, III, IV.
3- O significado da palavra cultura esteve vinculado à terra até o século XVIII. Com o Iluminismo, o termo passa a definir uma característica do homem. Essa mudança de perspectiva só foi possível graças:
a) à descoberta da teoria da evolução das espécies e à afirmação de que o homem era descendente dos macacos;
b) à imposição da Igreja para que se aceitasse a ideia de cultura como uma característica humana;
c) à descoberta de novos mundos, como a América, que colocou o homem em contato com povos diferentes do europeu;
d) ao desenvolvimento da ciência e à descoberta de novas formas de produção de alimentos;
e) a uma nova concepção de mundo, segundo a qual o homem passou a ser o centro do universo, e não mais Deus;

4- O conceito antropológico de cultura define o termo como:
a) um elemento que aproxima os homens dos animais;
b) uma função orgânica do homem;
c) um elemento que garante a homogeneidade entre os povos;
d) um traço distintivo do homem, mas que não é homogêneo;
e) as capacidades e os hábitos esquecidos pelo homem;

5- (UFUB) Assinale a opção que indica o emprego correto do conceito de cultura na perspectiva da antropologia:
a) A cultura diz respeito aos atributos a - históricos que singularizam um povo;
b) A cultura de um povo é determinada pelo meio natural;
c) A cultura é herdada biologicamente e condiciona o comportamento dos povos;
d) A cultura é uma forma de linguagem que tem origem simbólica;

6- (UFUB) O fato de o homem ver o mundo através de sua cultura tem como conseqüência a propensão para considerar o seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Essa tendência se denomina:
a) egocentrismo
b) heliocentrismo
c) heterocentrismo
d) etnocentrismo
7- (UFPE) Sobre a cultura brasileira no século XX, são corretas as afirmações que seguem:
(01) Após a Segunda Guerra Mundial, a civilização ocidental passou por grandes transformações de comportamento, cujos reflexos podem ser notados no Brasil: consumo de eletrodomésticos, indústria automobilística, mudanças na moda e nos hábitos alimentares.
(02) A Bossa Nova, como parte do movimento cultural ocidental do século XX, surgiu no Brasil e teve, através das músicas de Tom Jobim, João Gilberto e outros, grande repercussão mundial.
(04) “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, título de um filme do cineasta Glauber Rocha, desenvolve uma temática urbana, própria de cidades como nova York, Berlim e Londres.
(08) Na década de 90, assistimos ao renascimento do cinema nacional com filmes como “Sábado”, “Quatrilho”, “Carlota Joaquina”, “O Guarani”, “O Baile Perfumado” e “Central do Brasil”.
(16) Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade fizeram parte do movimento modernista brasileiro.
Soma: _______
8- (UFUB) “Todo sistema cultural tem sua própria lógica e não passa de um ato primário de etnocentrismo tentar transferir a lógica de um sistema para outro”. (LARAIA, Roque. Cultura: Um conceito antropológico. 8 ed., Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 1993).
Considerando o texto acima, marque a alternativa correta acerca das afirmações a seguir:
I - As sociedades tribais são tão eficientes para produzir cultura quanto qualquer outra, mesmo quando não possuem certos recursos culturais presentes em outras culturas.
II - As sociedades selvagens são capazes de produzir cultura, mas estão mal adaptadas ao ambiente e, por isso, algumas nem sequer possuem o Estado.
III - As chamadas sociedades indígenas são dotadas de recursos materiais e simbólicos eficientes para produzir cultura como qualquer outra, faltando-lhes apenas uma linguagem própria.
IV - As chamadas sociedades primitivas conseguiram produzir cultura plenamente, ao longo do processo evolutivo, quando instituíram o Estado e as instituições escolares.
a) I e II estão corretas.
b) Apenas I está correta.
c) I e III estão corretas.
d) I e IV estão corretas.
9- (Uel – 2004) “As práticas religiosas indígenas, contudo, não desapareceram, convivendo com o pensamento cristão. O mesmo ocorreu com os negros vindos da África, que trouxeram para cá sua cultura religiosa [...] Uma prova da mistura e da presença das várias tradições culturais e religiosas no Brasil era a chamada ‘bolsa de mandinga’, pequeno recipiente no qual se guardavam vários amuletos com o objetivo de oferecer proteção e sorte a quem a carregava. Dentro da bolsa encontravam-se objetos das culturas européias, africana e indígena, podendo conter enxofre, pólvora, pedras, osso de defunto, papéis com dizeres religiosos ou símbolos, folhas, alho e outros elementos que variavam conforme o uso a que ela se destinava”. (MONTELLATO, Andrea. História temática: diversidade cultural e conflitos. São Paulo: Scipione, 2000. P. 145.)
É correto afirmar que o texto refere-se a:
a) Um processo chamado de aculturação em que os grupos abandonam suas tradições.
b) Uma forma de organizar as diferenças que os homens percebem na natureza e no mundo social.
c) Um processo de ressignificação de elementos culturais tendo como resultado uma nova configuração.
d) Um movimento de eliminação de determinadas culturas quando transpostas para fora da sua área de origem.
e) Um movimento de imitação de costumes estrangeiros, inerente aos países periféricos.
10- (UEL – 2005) No Brasil e em outros países, o etnocentrismo fundamentou muitas práticas etnocidas e genocidas, oficiais e não-oficiais, contra populações culturalmente distintas das de origem européia, cristã e ocidental, principalmente indígenas e africanas. Discriminação de etnia e de classe social também se inclui entre as formas de etnocentrismo. Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação contrária ao etnocentrismo.
a) “Quando nos referimos a uma raça, não individualizamos tipos dela, tomamo-la em sua acepção mais lata. E assim procedendo vemos que a casta negra é o atraso; a branca o progresso, a evolução[...]” (Revista Brazil Médico, 1904.)
b) “Esta Lei regula a situação jurídica dos índios ou silvícolas e das comunidades indígenas, com o propósito de preservar a sua cultura e integrá-los, progressiva e harmoniosamente, à comunhão nacional”. (Estatuto do Índio, Lei No 6001 de 19 de dezembro de 1973, Artigo 1º, ainda em vigor.)
c) As sociedades humanas se desenvolvem por estádios ou estados que vão sendo superados sucessivamente: o estado teológico, o metafísico e o positivo. Os povos indígenas e as etnias afro-brasileiras encontram-se nos estádios teológico ou metafísico e, por essa razão, permanecem nos estratos sociais inferiores e marginais de nossa sociedade. (Baseado em Augusto Comte.)
d) “[...]segundo o que até aqui escrevi acerca dos Coroados [Kaingang] dos Campos Gerais, é evidente que, no seu estado selvagem, são eles superiores em inteligência, indústria e previdência a muitos outros povos indígenas, e talvez até em beleza. Dada essa circunstância, dever-se-ia pôr todo o empenho em aproximá-los dos homens de nossa raça e, após, encorajar os casamentos mistos entre eles e os paulistas pobres [...]. Devo dizer, porém, que é mais fácil matar e reduzir os Coroados à escravidão, do que despender tais esforços em seu favor”. (Saint- Hilaire, V. E. Viagem à Comarca de Curitiba –1820.)
e) “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. 1- O Estado protegerá as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional”. (Constituição Federal de 1988 na Seção II – Da Cultura, Art. 215.)

11- (UEL – 2006) O misterioso da forma da mercadoria reside no fato de que ela reflete aos homens as características sociais do seu próprio trabalho, como características objetivas dos próprios produtos do trabalho e, ao mesmo tempo, também da relação social dos produtores com o trabalho total como uma relação social existente fora deles, entre objetos. (Adaptado: MARX, Karl. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 71.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que, para Marx:
a) As mercadorias, por serem objetos, são destituídas de qualquer vinculação com os seus produtores.
b) As mercadorias materializam a harmonia presente na realização do trabalho alienado.
c) Os trabalhadores, independentemente da maneira como produzem a mercadoria, são alijados do processo de produção.
d) As mercadorias constituem-se em um elemento pacificador das relações entre patrões e trabalhadores.
e) A mercadoria, no contexto do modo capitalista de produção, possui caráter fetichista, refletindo os aspectos sociais do trabalho.

12- (UEL – 2007) “Enunciado de maneira menos formal, etnocentrismo é o hábito de cada grupo de tomar como certa a superioridade de sua cultura”. “Todas as sociedades conhecidas são etnocêntricas”. “A maioria dos grupos, senão todos, dentro de uma sociedade, também é etnocêntrica”. “Embora o etnocentrismo seja parcialmente uma questão de hábito é também um produto de cultivo deliberado e inconsciente. A tal ponto somos treinados para sermos etnocêntricos que dificilmente qualquer pessoa consegue deixar de sê-lo”.
Fonte: HORTON, P. B. & HUNT, C. L. Sociologia. Tradução de Auriphebo Berrance Simões. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1982. p. 46-47.
Com base nessas informações e nos conhecimentos sobre o tema, considera-se etnocêntrica a seguinte alternativa:
a) O crescimento do PIB argentino tem sido muito superior ao do brasileiro nos últimos quatro anos.
b) A raça ariana é superior.
c) A produtividade da mão-de-obra haitiana é inferior à da chilena.
d) Não gosto de música sertaneja.
e) Acredito em minha religião.

13- (UEM – 2009) Em 2008, foi comemorado o centenário da Imigração Japonesa no Brasil. Considerando esse fato e utilizando seus conhecimentos sobre a temática da “diversidade étnica na cultura brasileira”, assinale o que for correto.
01) A integração dos japoneses à nova pátria ocorreu sem resistências de ambos os lados, sendo a convivência inicial entre brasileiros e japoneses harmoniosa, independente de suas diferenças culturais.
02) Para os imigrantes japoneses, a chegada na nova terra representou uma profunda mudança. Por meio de associações civis, educativas e religiosas, eles procuram construir uma nova identidade, combinando a memória do passado com as experiências do presente.
04) A regra tradicional de casamento intraétnico, configuração familiar característica dos primeiros anos de imigração, raramente foi rompida ou questionada pelas novas gerações, mantendo-se como uma das principais formas de afirmação da identidade japonesa.
08) A imigração implicou uma nova construção do “modo de ser japonês”, processo de construção identitária que se mantém com as novas gerações e que pode ser observado nas formas de apropriação e de consumo de produtos da indústria cultural japonesa, como os mangás e os animes.
16) Nas décadas de 1980 e 1990, um número considerável de descendentes de japoneses partiram para o Japão em busca de empregos. Esse movimento imigratório enfraqueceu-se no contexto atual.
Soma: _______

14- (UEM – 2009) Considerando o papel das sociedades indígenas no processo de formação da diversidade étnica brasileira, assinale o que for correto.
01) O trabalho nessas sociedades é marcado por três elementos básicos: relações de parentesco, obrigações rituais e míticas e falta de separação entre atividades produtivas e lúdicas.
02) Para além da diversidade de comunidades, de grupos e de nações indígenas, é possível identificar o “índio brasileiro” como portador de uma identidade étnica única.
04) As populações indígenas gastam pouco tempo executando tarefas voltadas à satisfação de suas necessidades materiais e sociais, porque são naturalmente mais vagarosas.
08) O contato interétnico entre índios e brancos, durante o processo de colonização da sociedade brasileira, provocou o genocídio de diversas populações indígenas, revelando que essas relações foram reguladas pela violência.
16) As posturas colonialistas partiam da oposição entre “primitivos” e “civilizados”, o que fez que a contribuição dos povos indígenas ao processo de formação da sociedade brasileira fosse identificada como sinal de atraso.
Soma: _______

15- (UEM – 2009) Considerando as reflexões sociológicas sobre o conceito “cultura”, assinale o que for correto.
01) O processo de modernização das sociedades gera impactos na manifestação das tradições populares, o que, segundo algumas vertentes sociológicas, pode modificar as práticas culturais, mas dificilmente extingui-las.
02) A variedade das culturas acompanha, por um lado, a pluralidade da história humana e, por outro, os processos de transformação social. Assim, dentro de um mesmo território, é possível coexistirem diversos padrões culturais.
04) Ao observar as tradições culturais manifestas nas colônias portuguesas, a sociologia construiu o consenso de que a cultura do branco europeu é superior à do indígena e à do africano.
08) Algumas abordagens sociológicas buscam observar os elementos materiais e não materiais das manifestações culturais, com o objetivo de compreender as funções sociais dessas manifestações.
16) Ao longo do século XX, a Sociologia acumulou conhecimento suficiente para concluir que a cultura não sofre efeitos do desenvolvimento das tecnologias de comunicação, tais como o cinema, a televisão e a internet.
Soma: _______

16- (UEM – Inverno 2008) Conhecer, registrar e analisar as características da produção cultural e artística popular são recursos importantes para a construção da memória e da identidade de um povo. Nesse sentido, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).
01) No Brasil, existem diversas festas entendidas como manifestações da tradição popular, porém os folcloristas reconhecem como brasileiras apenas aquelas que não possuem influência estrangeira.
02) Alguns países europeus tiveram problemas em relação à definição e à manutenção de suas fronteiras e de sua soberania, bem como com questões étnico-culturais. Por isso, utilizaram suas tradições populares com o objetivo de imprimir e difundir a idéia de nação.
04) As noções de “cultura erudita” e “cultura popular” são construções utilizadas para diferenciar as crenças, os valores e os costumes do povo e das elites. Entretanto essas noções obscurecem os diálogos e as trocas entre os diferentes grupos existentes na sociedade.
08) Um exemplo de reflexão sobre a cultura brasileira foi a Semana de Arte Moderna de
1922, que, entre outras coisas, pretendia mostrar “o Brasil” às classes médias e às elites nacionais, valorizando as expressões e os costumes da população simples.
16) Para o senso comum, há uma hierarquia na definição da cultura popular brasileira. Desse modo, aquelas manifestações culturais restritas a alguns grupos étnicos, religiosos ou regionais tendem a ser entendidas como de menor relevância para a cultura nacional.
Soma: _______

17- (UEM – verão 2008) Tendo como referência as reflexões sociológicas sobre o “Colonialismo” e suas relações com o conceito de “Cultura”, é correto afirmar que aquele sistema político visou ao domínio e à exploração das Américas e ensejou um tipo de conhecimento sobre as populações americanas que
01) pode ser denominado de etnocêntrico.
02) pode ser denominado de democrático.
04) teve as culturas indígenas como referência.
08) teve as culturas africanas como referência.
16) legitimou a dominação européia sobre as populações indígenas e africanas.
Soma: _______

18- (UEL – 2005) Analise a figura a seguir.


NOVAES, Carlos Eduardo. Capitalismo para principiantes. São Paulo: Ática, 1995. p.123.
A figura ilustra, por meio da ironia, parte da crítica que a perspectiva sociológica baseada nas reflexões teóricas de Karl Marx (1818-1883) faz ao caráter ideológico de certas noções de Estado. Sobre a relação entre Estado e sociedade segundo Karl Marx, é correto afirmar:
a) A finalidade do Estado é o exercício da justiça entre os homens e, portanto, é um bem indispensável à sociedade.
b) O Estado é um instrumento de dominação e representa, prioritariamente, os interesses dos setores hegemônicos das classes dominantes.
c) O Estado tem por finalidade assegurar a felicidade dos cidadãos e garantir, também, a liberdade individual dos homens.
d) O Estado visa atender, por meio da legislação, a vontade geral dos cidadãos, garantindo, assim, a harmonia social.
e) Os regimes totalitários são condição essencial para que o Estado represente, igualmente, os interesses das diversas classes sociais.

19- (UEL – 2008) No capitalismo, os trabalhadores produzem todos os objetos existentes no mercado, isto é, todas as mercadorias; após havê-las produzido, entregam-nas aos proprietários dos meios de produção, mediante um salário; os proprietários dos meios de produção vendem as mercadorias aos comerciantes, que as colocam no mercado de consumo; e os trabalhadores ou produtores dessas mercadorias, quando vão ao mercado de consumo, não conseguem comprá-las. [...] Embora os diferentes trabalhadores saibam que produziram as diferentes mercadorias, não percebem que, como classe social, produziram todas elas, isto é, que os produtores de tecidos, roupas, alimentos [...] são membros da mesma classe social. Os trabalhadores se vêem como indivíduos isolados [...], não se reconhecem como produtores da riqueza e das coisas.
(CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 387.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre alienação e ideologia, considere as afirmativas a seguir:
a) A consciência de classe para os trabalhadores resulta da vontade de cada trabalhador em superar a situação de exploração em que se encontra sob o capitalismo.
b) É no mercado que a exploração do trabalhador torna-se explícita, favorecendo a formação da ideologia de classe.
c) A ideologia da produção capitalista constitui-se de imagens e idéias que levam os indivíduos a compreenderem a essência das relações sociais de produção.
d) As mercadorias apresentam-se de forma a explicitar as relações de classe e o vínculo entre o trabalhador e o produto realizado.
e) O processo de não identificação do trabalhador com o produto de seu trabalho é o que se chama alienação. A ideologia liga-se a este processo, ocultando as relações sociais que estruturam a sociedade.

20- Assinale as proposições que dizem respeito ao conceito de ideologia e dê o somatório:
(01) No princípio, a ideologia tinha por fim ocupar o lugar da Teologia como ciência das idéias, por causa principalmente da racionalização que a sociedade vivia nos séculos XVIII e XIX.
(02) Segundo Augusto Comte, as idéias eram resultado das práticas sociais e uma realização do homem e para o homem.
(04) Para os primeiros autores que trataram do conceito de ideologia, desde os iluministas até Karl Marx, passando pelos positivistas, a história das sociedades seria linear, pois caminharia em uma única direção. Era papel dos intelectuais servir de guia.
(08) A elaboração do conceito de ideologia por Karl Marx fazia parte de suas preocupações em conhecer o funcionamento da sociedade capitalista, visando a sua superação.
(16) A alienação, segundo Marx, é causada pela ideologia, tendo em vista que o desconhecimento da sociedade em que se vive impossibilita sua superação.
Soma: _______

21- Identifique as proposições que dizem respeito ao conceito de ideologia e dê o somatório:
(01) Atualmente, entende-se que toda a sociedade possui uma ideologia hegemônica, sem espaço para as demais formas de compreensão da realidade.
(02) A ideologia deve ser entendida como produto das relações sociais.
(04) Atualmente, o conceito de ideologia possibilita apenas uma interpretação: a de que as ideias são independentes da realidade histórica e social.
(08) Atualmente o conceito de ideologia é entendido conjuntamente com seus aspectos culturais.
(16) O conceito atual de ideologia parte do princípio de que existe um conjunto de ideias que guiam a sociedade; é função do intelectual identificá-las.
Soma: _______

22- Um dos conceitos mais importantes da obra de Karl Marx é o de ideologia. Em relação a ele, é correto afirmar que:
a) a ideologia seria a representação fiel da realidade, por estar intimamente vinculada às condições sociais de produção;
b) a divisão entre o trabalho manual e intelectual levou ao fim da ideologia;
c) a ideologia, quando promovida pelos intelectuais, seria algo abstrato, pois se partia das ideias e não da prática, da vida real;
d) a ideologia era um elemento que possibilitaria o fim da luta de classes e o surgimento do socialismo;
e) o processo histórico seria determinado pela ideologia, que teria por base a formação econômica, política e social das sociedades humanas;

23- (Simulado ENEM 2009)
Normalidade II – Quino

Disponível em: . Acesso em: 26 mar. 2009.
“Eu não vou mais precisar de muita força, vou usar todas as que tenho agora” – ele pensou. E ele se lembrou das moscas que rebentam suas perninhas ao tentarem escapar do mata-moscas.
KAFKA, Franz. O processo. Porto Alegre: L & PM Pocket, 2007. p. 258. (Fragmento).
O Controle Social pode ser tomado como um conjunto de penalidades e aprovações, chamadas também de sanções. Estas são aplicadas aos indivíduos pela sociedade para assegurar a conformidade das condutas aos modelos estabelecidos. A imagem e o texto destacam aspectos relativos
a) à garantia de liberdade coletiva pelo uso da força.
b) aos anseios idealistas utópicos perante as convenções sociais.
c) à natureza imitadora da maioria dos indivíduos diante das instituições sociais.
d) à possibilidade de reação e reversão de processos condicionantes.
e) às relações de poder presentes nas sociedades.

24- (UEL – 2006) O misterioso da forma da mercadoria reside no fato de que ela reflete aos homens as características sociais do seu próprio trabalho, como características objetivas dos próprios produtos do trabalho e, ao mesmo tempo, também da relação social dos produtores com o trabalho total como uma relação social existente fora deles, entre objetos. (Adaptado: MARX, Karl. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 71.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar que, para Marx:
a) As mercadorias, por serem objetos, são destituídas de qualquer vinculação com os seus produtores.
b) As mercadorias materializam a harmonia presente na realização do trabalho alienado.
c) Os trabalhadores, independentemente da maneira como produzem a mercadoria, são alijados do processo de produção.
d) As mercadorias constituem-se em um elemento pacificador das relações entre patrões e trabalhadores.
e) A mercadoria, no contexto do modo capitalista de produção, possui caráter fetichista, refletindo os aspectos sociais do trabalho.

25- (UEL – 2006) “[...] uma grande marca enaltece  acrescenta um maior sentido de propósito à experiência, seja o desafio de dar o melhor de si nos esportes e nos exercícios físicos ou a afirmação de que a xícara de café que você bebe realmente importa [...] Segundo o velho paradigma, tudo o que o marketing vendia era um produto. De acordo com o novo modelo, contudo, o produto sempre é secundário ao verdadeiro produto, a marca, e a venda de uma marca adquire um componente adicional que só pode ser descrito como espiritual”. O efeito desse processo pode ser observado na fala de um empresário da Internet comentando sua decisão de tatuar o logo da Nike em seu umbigo: “Acordo toda manhã, pulo para o chuveiro, olho para o símbolo e ele me sacode para o dia. É para me lembrar a cada dia como tenho de agir, isto é, ‘just do it’.” (KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro: Record, 2002, p. 45-76.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre ideologia, é correto afirmar:
a) A atual tendência do capitalismo globalizado é produzir marcas que estimulam a conscientização em detrimento dos processos de alienação.
b) O capitalismo globalizado, ao tornar o ser humano desideologizado, aproximou-se dos ideais marxistas quanto ao ideal humano.
c) Graças às marcas e à influência da mídia, em sua atuação educativa, as pessoas tornaram-se menos sujeitas ao consumo.
d) O trabalho ideológico em torno das marcas solucionou as crises vividas desde a década de
1970 pelo capital oligopólico.
e) Por meio da ideologia associada à mundialização do capital, ampliou-se o fetichismo das mercadorias, o qual se reflete na resposta social às marcas.

26- (UEL – 2008) No capitalismo, os trabalhadores produzem todos os objetos existentes no mercado, isto é, todas as mercadorias; após havê-las produzido, entregam-nas aos proprietários dos meios de produção, mediante um salário; os proprietários dos meios de produção vendem as mercadorias aos comerciantes, que as colocam no mercado de consumo; e os trabalhadores ou produtores dessas mercadorias, quando vão ao mercado de consumo, não conseguem comprá-las. [...] Embora os diferentes trabalhadores saibam que produziram as diferentes mercadorias, não percebem que, como classe social, produziram todas elas, isto é, que os produtores de tecidos, roupas, alimentos [...] são membros da mesma classe social. Os trabalhadores se vêem como indivíduos isolados [...], não se reconhecem como produtores da riqueza e das coisas. (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 387.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre alienação e ideologia, considere as afirmativas a seguir:
a) A consciência de classe para os trabalhadores resulta da vontade de cada trabalhador em superar a situação de exploração em que se encontra sob o capitalismo.
b) É no mercado que a exploração do trabalhador torna-se explícita, favorecendo a formação da ideologia de classe.
c) A ideologia da produção capitalista constitui-se de imagens e idéias que levam os indivíduos a compreenderem a essência das relações sociais de produção.
d) As mercadorias apresentam-se de forma a explicitar as relações de classe e o vínculo entre o trabalhador e o produto realizado.
e) O processo de não identificação do trabalhador com o produto de seu trabalho é o que se chama alienação.
A ideologia liga-se a este processo, ocultando as relações sociais que estruturam a sociedade.

27- (UEM – Inverno 2008) Ao discorrer sobre ideologia, Marilena Chauí afirma que “(...) a coerência ideológica não é obtida malgrado as lacunas, mas, pelo contrário, graças a elas. Porque jamais poderá dizer tudo até o fim, a ideologia é aquele discurso no qual os termos ausentes garantem a suposta veracidade daquilo que está explicitamente afirmado”. (O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1981, p. 04). Considerando o texto acima e o conceito de ideologia para Karl Marx, assinale o que for correto.
01) Na maioria das sociedades capitalistas, as desigualdades são ocultadas pelos princípios ideológicos que afirmam a importância dos seguintes elementos: o progresso, o “vencer na vida”, o individualismo, a mínima presença do Estado na economia e a soberania popular por meio da representação.
02) Ideologia corresponde às idéias que predominam em uma determinada sociedade, portanto expressa a realidade tal qual ela é na sua objetividade.
04) Uma pessoa pode elaborar uma ideologia, construir uma “questão” individual sem interferências anteriores e influências comunitárias para a sua sustentação. Assim, com base em sua própria ideologia, ela poderá refletir e agir em sua sociedade.
08) Na sociedade brasileira, a ideologia da democracia racial afirma que índios, negros e brancos vivem em harmonia, com igualdade de condições. Essa formulação omite as desigualdades étnicas existentes no país.
16) Ideologia consiste em idéias que predominam na sociedade e que, por isso, são internalizadas por todos os indivíduos. Portanto não existem possibilidades de se romper com seus pressupostos.

28- (UFUB) Quanto ao conceito de indústria cultural, é correto afirmar que:
I – A indústria cultural produz bens culturais como mercadorias.
II – O objetivo da indústria cultural é estimular a capacidade crítica dos indivíduos.
III – A indústria cultural cria a ilusão de felicidade no presente e elimina a dimensão crítica.
IV – A indústria cultural ocupa o espaço de lazer do trabalhador sem lhe dar tempo para pensar sobre as condições de exploração em que vive.
Assinale a alternativa correta:
a) II, III e IV estão corretas.
b) I, II e III estão corretas.
c) I, III e IV estão corretas.
d) I, II e IV estão corretas.
e) II e III estão corretas.

29- (PUC – SP) Leia o texto: “Quando [o general De Gaulle] chegou ao poder, havia 1 milhão de aparelhos de televisão na França (...). Quando saiu, havia 10 milhões (...). O Estado é sempre uma questão de show biz. Mas o Estado-teatro de ontem era coisa muito diferente do Estado-Tv que existe hoje”.
Segundo o autor,
a) existe, hoje em dia, na França, um controle muito maior do Estado sobre a programação da televisão, do que já houve em outras épocas.
b) sob o governo do general De Gaulle, o Estado incentivou a população a adquirir mais aparelhos de televisão.
c) a relação do Estado com os meios de comunicação é oportunista, ora investe no desenvolvimento do teatro, ora no da televisão.
d) as manifestações políticas são condicionadas diferentemente, conforme o meio empregado, e a televisão, hoje em dia, dita as regras da encenação.
e) a TV é um meio muito mais alienante do que o teatro, e o Estado que pretende hegemonia política investe mais no primeiro que no último.

30- (UEL – 2006) “A indústria cultural vende Cultura. Para vendê-la, deve seduzir e agradar o consumidor. Para seduzi-lo e agradá-lo, não pode chocá-lo, provocá-lo, fazê-lo pensar, fazê-lo ter informações novas que perturbem, mas deve devolver-lhe, com nova aparência, o que ele sabe, já viu, já fez. A ‘média’ é o senso-comum cristalizado que a indústria cultural devolve com cara de coisa nova [...]. Dessa maneira, um conjunto de programas e publicações que poderiam ter verdadeiro significado cultural tornam-se o contrário da Cultura e de sua democratização, pois se dirigem a um público transformado em massa inculta, infantil, desinformada e passiva”. (CHAUÍ, Marilena. Filosofia. 7. ed. São Paulo: Ática, 2000. p. 330-333.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre meios de comunicação e indústria cultural, considere as afirmativas a seguir.
I. Por terem massificado seu público por meio da indústria cultural, os meios de comunicação vendem produtos homogeneizados.
II. Os meios de comunicação vendem produtos culturais destituídos de matizes ideológicos e políticos.
III. No contexto da indústria cultural, por meio de processos de alienação de seu público, os meios de comunicação recriam o senso comum enquanto novidade.
IV. Os produtos culturais com efetiva capacidade de democratização da cultura perdem sua força em função do poder da indústria cultural na sociedade atual.
Estão corretas apenas as afirmativas:
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.

31- (UEL – 2007) “O homem político poderia ser ele mesmo. Autenticamente. Ele prefere parecer. Ainda que lhe seja preciso simular ou dissimular. Compondo um personagem que atraia atenção e impressione a imaginação. Interpretando um papel que é por vezes um papel composto. De modo que, recorrendo a um vocabulário colhido no teatro, fala-se em ‘vedetes’, outrora em ‘tenores’, sempre em ‘representação política’”. Fonte: SCHWARTZENBERG, R. O Estado Espetáculo. Tradução de Heloysa de Lima Dantas, Rio de Janeiro-São Paulo: Difel, 1978, p. 7.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre os temas Indústria Cultural e Política, é correto afirmar:
a) Na atualidade, a arte de dissimular dos políticos está cada vez menos evidente e, com base nela, os eleitores escolhem seus candidatos.
b) Através da imagem construída pelo candidato se pode distinguir claramente sua ideologia.
c) Na era das comunicações, o indivíduo torna-se cada vez mais informado, portanto, mais imune à propaganda, inclusive à propaganda política.
d) No Brasil, a indústria cultural torna manifestações como o teatro, a literatura, a música popular e as artes plásticas, livres de qualquer traço de mediocridade por ter conotação ideológica.
e) A indústria cultural repousa sobre a produção de desejos, imagens, valores e expectativas, por isso somos cada vez mais suscetíveis à propaganda política.

32- (UEL – 2008) Observe os quadrinhos
:
(QUINO. Mafalda. São Paulo, n. 9, p. 2, 2002.)
Com base nos quadrinhos e nos conhecimentos sobre os meios de comunicação de massa (MCM), assinale a alternativa que explicita algumas posições do debate teórico sobre esse tema.
a) As reflexões da personagem Mafalda sobre as propagandas levam-na a concluir que sua mãe precisa adquirir os produtos, que as crianças podem assistir TV e brincar, dosando suas tarefas diárias, o que revela a pertinência das teorias que vêem os MCM como mecanismos de integração social.
b) A personagem Mafalda obedece às ordens de sua mãe, assiste à TV e encanta-se com as promessas das propagandas, corroborando com as teorias pessimistas sobre o papel dos MCM e a passividade dos telespectadores.
c) A atitude da personagem Mafalda demonstra a crítica aos artifícios da propaganda que ressalta a magia da mercadoria, prometendo mais do que ela realmente pode oferecer, e que os sujeitos nem sempre são passivos diante dos MCM.
d) Ao sair para brincar após assistir à TV, a personagem Mafalda sente-se mais livre e feliz, pois descobriu o quanto alguns produtos anunciados pelas propagandas melhoram a vida doméstica de sua mãe, reproduzindo aspectos da cultura erudita e do modo de vida sofisticado, como acreditam as teorias “otimistas” sobre os MCM.
e) A mãe da personagem Mafalda admira-se da inteligência da filha, que compreendeu muito bem os poderes dos objetos anunciados nas propagandas de TV, reforçando as teorias sobre o papel educativo e de emancipação dos MCM.

33- (UEM) A expressão indústria cultural foi empregada pela primeira vez no livro Dialética do Esclarecimento, escrito por Horkheimer e Adorno, filósofos de tendência marxista pertencentes à Escola de Frankfurt. Designa-se com essa expressão uma cultura produzida em série, para o mercado de consumo em massa, na qual a realização cultural deixa de ser um instrumento de crítica do conhecimento para transformar-se em uma mercadoria qualquer cujo valor é, antes de tudo, monetário. Assinale o que for correto.
01) A origem da indústria cultural pode ser encontrada na prática dos mecenas, particularmente italianos, que financiavam, durante o Renascimento, a produção das grandes obras de arte.
02) Na indústria cultural, o consumidor não é rei, como ela gostaria de o fazer crer, o consumidor não é o sujeito da produção cultural, mas seu objeto.
04) A indústria cultural eleva o nível cultural da maioria da população e aprimora a apreciação da qualidade estética do universo das artes.
08) A indústria cultural é expressão da ideologia capitalista; sob seu poderio, as obras de arte foram esvaziadas de seu caráter criador e crítico, alienaram-se para tornarem-se puro entretenimento, isto é, objetos de consumo para um espectador cuja ausência de reflexão o torna passivo.
16) A partir da segunda revolução industrial no século XIX, as artes usufruem uma fase de produção autônoma; com o advento da indústria cultural, tornam-se dependentes das necessidades mercadológicas do capital.
Soma: _______

34- (UEL – 2003) “Tudo indica que o termo ‘indústria cultural’ foi empregado pela primeira vez no livro Dialética do esclarecimento, que Horkheimer [1895-1973] e eu [Adorno, 1903-1969] publicamos em 1947, em Amsterdã. (...) Em todos os seus ramos fazem se, mais ou menos segundo um plano, produtos adaptados ao consumo das massas e que em grande medida determinam esse consumo”. (ADORNO, Theodor W. A indústria cultural. In: COHN, Gabriel (Org.). Theodor W. Adorno. São Paulo: Ática, 1986. p. 92.)
Com base no texto acima e na concepção de indústria cultural expressa por Adorno e Horkheimer, é correto afirmar:
a) Os produtos da indústria cultural caracterizam-se por ser a expressão espontânea das massas.
b) Os produtos da indústria cultural afastam o indivíduo da rotina do trabalho alienante realizado em seu cotidiano.
c) A quantidade, a diversidade e a facilidade de acesso aos produtos da indústria cultural contribuem para a formação de indivíduos críticos, capazes de julgar com autonomia.
d) A indústria cultural visa à promoção das mais diferentes manifestações culturais, preservando as características originais de cada uma delas.
e) A indústria cultural banaliza a arte ao transformar as obras artísticas em produtos voltados para o consumo das massas.

35- (UEM – Verão 2008) Leia o texto a seguir: “A imprensa, o rádio, a televisão, o cinema são indústrias ultra-ligeiras. Ligeiras pelo aparelhamento produtor, são ultra-ligeiras pela mercadoria produzida: esta fica gravada sobre a folha do jornal, sobre a película cinematográfica, voa sobre as ondas e, no momento do consumo, torna-se impalpável, uma vez que esse consumo é psíquico. Entretanto, essa indústria ultraligeira está organizada segundo o modelo da indústria de maior concentração técnica e econômica. No quadro privado, alguns grandes grupos de imprensa, algumas grandes cadeias de rádio e televisão, algumas sociedades cinematográficas concentram em seu poder o aparelhamento (rotativas, estúdios) e dominam as comunicações de massa. No quadro público, é o Estado que assegura a concentração.” (MORIN, Edgard. “A indústria cultural” In: FORACCHI, Marialice Mencarini & MARTINS, José de Souza (org.). Sociologia e Sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977, p.300).
Tendo como referência o texto e seus conhecimentos sobre a temática da “indústria cultural”, assinale a(s) alternativa(s) correta(s).
01) A indústria cultural consegue conjugar organização burocrática, que visa à produção padronizada e em larga escala de seus produtos, com individualização e novidade desejadas pelos consumidores.
02) A produção cultural de massa procura transformar a cultura em mercadoria, nivelando os valores e os padrões estéticos de boa parte dos consumidores.
04) Na indústria cultural, há um equilíbrio entre interesses econômicos, domínio da técnica, organização burocrática e exercício da criatividade.
08) A indústria cultural, diferentemente de outros ramos da produção industrial, não visa ao lucro. Seus produtos são comercializados a preço de custo e seu consumidor não é tratado como “cliente” e sim como fã ou colecionador.
16) O ritmo ligeiro da indústria cultural tem como resultado a produção em série, de baixo custo e possível de ser acessada por boa parte da população.
Soma: _______

36- (UENP – Verão 2009) Leia atentamente o poema, intitulado Eu, etiqueta, de autoria de Carlos Drummond de Andrade:

Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Não sou – vê lá – anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência
tão viva independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Hoje sou costurado, sou tecido,
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrina me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto




que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial.

Assinale a alternativa incorreta:
a) O poema faz referência direta ao conceito de cultura de massa, que segundo Adorno é uma forma de controle da consciência pelo emprego de meios como o cinema, o rádio ou a imprensa.
b) De acordo com a Escola de Frankfurt o surgimento da cultura de massa, em meados do século passado, deveu-se em grande parte ao desenvolvimento do projeto iluminista que desencadeou uma crise ética e epistemológica dando origem por fim a já referida cultura de massa.
c) A Revolução Industrial não foi apenas um conjunto de inovações técnicas, mas uma forma de dominação e controle do tempo do trabalhador, essa dominação se dá por meio da disciplina e da indústria cultural.
d) O produto da indústria cultural não pode ser considerado arte em sentido estrito, já que ela tende a padronização, a ausência de conteúdo, e o apelo ao mercado.
e) A cultura de massa tem o papel de difundir por meio do mercado as culturas regionais, contribuindo para a emancipação do homem.

109 comentários:

Ester Simão' disse...

Hoje o mundo gira em torno do capitalismo, e sempre vem uma discução em qualquer ambiente sobre este assunto que é tão polêmico.Devemos ter em mente que o capitalismo é o que move o mundo e as pessoas sempre foram ensinadas a obedecer os mais velhos,poderosos,os que estão no comando como se fosse um respeito "forçado",o capitalismo tem o poder de implantar tudu o que deseja fazendo com que as pessoas adquiram aquilo o que ele deseja ,a midia ensina isso tudo o q ela inpõe é poque é "bom",mais sabemos que não é assim.Isso é industria cultural tudu o que é importo para nós devemos consumir sem pensar se realmente é necessário.

Bárbara Faria disse...

A idéia de indústria cultural se resume no fato de que a cultura é parte do capitalismo que nos força mesmo que não percebamos a consumir algo que a publicidade nos mostra e nos "encanta" criando um paralelo entre nós e o objeto ou coisa, passa a idéia de que temos que comprar algo porque todas as outras pessoas possuem, ou porque é algo na moda, quando na verdade deveríamos possuir porque simplesmente nos agrada e nos satisfaz.

Aluna: Bárbara Faria
3M°4
Blog: http://www.barbaraffaria.blogspot.com/

Bárbara Faria disse...

PROFESSORRR REFORMULEI MINHA OPINIÃO!

A idéia de indústria cultural se resume no fato de que a cultura é parte do capitalismo que nos força mesmo que não percebamos a consumir algo que a publicidade nos mostra e nos "encanta" criando um paralelo entre nós e o objeto ou coisa, passa a idéia de que temos que comprar algo porque todas as outras pessoas possuem, ou porque é algo na moda, quando na verdade deveríamos possuir porque simplesmente nos agrada e nos satisfaz.
Entendo que os meios de comunicação como tv, internet, rádio com a sua publicidade tem como objetivo de nos informar e influenciar a querer algo, porem, o que é perceptível é que a indústria tem se aproveitado pra nos moldar a um modelo de pessoas que as vezes não somos. Vejo isso por exemplo nas marcas de roupas que com a sua propaganda as vezes nos passa um estilo que parece "bizarro" mas acaba se tornando algo normal e fashion e nós mulheres compramos porque vimos na televisão ou outro meio que aquilo é a tendência, e é claro não podemos estar fora dela.
Mas e a arte ? A arte hoje em dia ,na minha opinião, é algo que a indústria cria , projeta, não temos mais tanta arte feita com o intuito de ser demonstrada e valorizada mas sim com o intuito maior de ser apenas vendida.

Aluna: Bárbara Faria
3M°4
Blog: http://www.barbaraffaria.blogspot.com/

Jéssica Diniz disse...

A indústria cultural tem o objetivo de nos mostra outra realidade do mundo, uma realidade que de fato é a nossa necessidade um exemplo claro disso são as crianças principalmente, pois são as mais atingidas em certas épocas do ano comemorativas como, por exemplo, a páscoa passam centenas de ovos de páscoa de todos os modelos que encantam á todos com as novidades “os brindes”, ou então as sandálias que vem com algum brinde para chamar a atenção das crianças. São muitas coisas que nos atraem não só as crianças mais também adultas, jovens pessoas de todas as idades, e como citado no texto à indústria cultural acarreta o resultado oposto, ao massificar a Cultura. Por quê?
Pois, nos mostra outra realidade dos produtos, faz tudo ficar mais bonito mais elegante exemplo disso são as novelas e as comidas que passam na televisão as novelas: mostram às roupas chiques, as louças que encantam a todos acessórios que todos querem ter é um tipo de hipnotismo e outro exemplo são as comidas passa cada uma mais saborosa que a outra de encher os olhos. E outra as empresas de revistas principalmente adoram sempre fazer isso trazer as novidades das fofocas de novelas, trazer noticias sobre os artistas mais cobiçados ou revistas ou ate mesmo as noticias nos jornais sobre as futuras mamães, então cada uma empresa escolhe perfeitamente a que tipo de publico irão atrair e assim que escolhem pegam as noticias de primeira mão.
Outra parte que também foi citado no texto os tipos de meios de comunicação a televisão, o rádio os principais dividem a programação para cada tipo de publico, o rádio divide cada parte proporcionalmente hora de musica hora de refletir, hora de piadinhas, hora de donas de casa... Já na TV não gosto muito de como é dividida, pois começa com noticiário depois programa de “comida” e vai indo ate chegar a hora novela –jornal -novela-jornal... E por assim vai e sem contar a falta de criatividade que é os programas de auditório. Em contrapartida, as novelas criam o sentimento de realidade, tudo na novela é muito lindo é muito perfeito sempre tem o casal que fica tentam ficar juntos durante a novela toda e sempre tem um ou outro tentando atrapalhar e no final acabam vencendo, e outra sempre dorme e acordam todos lindos com o cabelo arrumadinho, com o rosto sem nenhuma imperfeição tudo é muito lindo e nada acontece de ruim com ninguém e quando acontecem sempre conseguem ficar sãos e salvos, e sempre é assim preferem assistir a uma novela que não vai dar futuro nenhum do que assistirem a um noticiário porque os noticiários só trazem coisas ruins e novela nunca traz nada de ruim mais o noticiário é a realidade do mundo do que esta acontecendo e a novela simplesmente é uma ficção. E por fim vem a realidade dos livros é um sonho quando você começa ler um livro e se encanta pelas cenas que vai criando em nossas mentes é uma coisa muito perfeita, ficamos loucos para querer assistir ao filme quando assistimos é uma decepção 99% das vezes, o final nunca é o mesmo, os atores são algumas das vezes diferentes do que o livro retrata enfim é tudo imaginação nossa. E isso é tudo culpa da indústria cultural que faz com que nós acreditamos em um mundo que não existe, enfim vivemos em um mundo de fantasias.

Aluna: Jéssica Diniz
Turma: 3M4
Renato Pacheco
http://www.guiagirls.blogspot.com/

SCARLATE BRUNA disse...

A INDÚSTRIA CULTURAL É UM FENÔMENO QUE INFLUENCIA NO MODO DE PENSAR OU AGIR,E TAMBÉM É INFLUENCIADA PELA MÍDIA.ELA PODE SER UMA FORMA DE MASSIFICAÇÃO DA CULTURA.SEGUNDO O FILOSOFO ADORNO A INDUSTRIA IMPEDE A FORMAÇÃO DE INDIVÍDUOS AUTÔNOMOS,INDEPENDENTES,CAPAZES DE JULGAR CONSCIENTEMENTE O QUE É "INDUSTRIA CULTURA".E,O QUE A INDUSTRIA CULTURAL NA VERDADE FAZ COM A SOCIEDADE?ELA IMPEDE QUE VOCÊ TENHA OPINIÃO PRÓPRIA,FAZ COM QUE AS PESSOAS CONSUMAM PRODUTOS QUE AS VEZES NÃO IREMOS UTILIZAR!MAS SE NÃO CONSUMIMOS ESSES PRODUTOS FICAREMOS PRATICAMENTE FORA DA SOCIEDADE ATUAL.

ALUNA:SCARLATE BRUNA
3M1

ana carolini disse...
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ana carolini disse...

Praticamente tudo gira em torno da industria cultural.Sem percebermos estamos usando coisas que vimos ou ouvimos em algum lugar, sabendo que não é necessario.Pois para nos é como se nao estivessemos de acordo com o mundo.Fazemos e compramos as coisas sem pensar, compramos so porque estar na moda e todos ao seu redor esta usando, se baseando no capitalismo.


Ana carolini
3M3

Larissa Barcellos disse...

Indústria cultural é o nome dado a empresas e instituições que trabalham com a produção de projetos, canais, jornais, rádios, revistas e outras formas de descontração, baseadas na cultura, visando o lucro. A principal forma cultural construída por essas indústrias é a televisão, que ensina e forma indivíduos cada vez mais cedo. Nela podem-se observar diferentes temas e culturas expostas a qualquer horário e idade.
Cultura de massa é um movimento no qual grande quantidade de indivíduos distintos vai perdendo a espontaneidade, a capacidade de ação, de usar as palavras para comunicar entre si, e passa a comportar-se sem discutir, passivamente, de tal forma que o conjunto resulta numa massa homogeneizada. O indivíduo que integra uma massa não age mais, apenas reage de forma padronizada a estímulos externos. A cultura de massa vem atuando sobre os agrupamentos humanos desde milênios, mas ganhou força com o surgimento de outros movimentos como o capitalismo industrial, a urbanização, as tecnologias das comunicações, etc. que facilitaram a massificação do homem a partir da Idade Moderna. É por essa razão que enfatizamos a moderna e a contemporânea cultura de massa.

Aluna:Larissa Barcellos
Turma: 3M1

Leka disse...

A indústria cultural,desde seu surgimento,tem uma grande influência sobre os seres humanos.Tudo funciona como uma espécie de "cadeia" onde começa com a fabricação de uma linha "perfeita"de um determinado produto,eles pagam para os anunciantes,a população vê o produto e suas qualidades nos anuncios e começam a compra-los,todo esse dinheiro que vem das compras,voltam para os fabricantes e é dado para os anunciantes,enfim...é assim que tudo funciona e isso não acontece a pouco tempo não!A industria também,influência os seres a seguir o seu "modelo",como por exemplo: seu uma mulher que esta em casa,cansda,gorda e lendo resvista ou vendo um jornal e ela derrepente ve aquele anuncio,que ela "pensa" que vai deixala mais bonita ou como aquela outra mulher que ela ve linda,ela vai e compra alggo ou faz a mesma coisa que essa mulher fez.Isso só para sentir-se bonita,mas isso tudo é o que a indústria exerce sobre nós mesmos.
Letícia Quinelato
3M2

Mari Araújo disse...

A partir do ponto de vista sociocultural, o texto fala do poder da indústria cultural e da forma autoritária como usa para incutir apenas o que lhe interessa na mente das pessoas , a massificação da cultura por exemplo usada também pra fazer com que as obras de arte percam as suas caracteristicas , a expressividade ,criação do novo e etc.
Outro fator também é o acesso das pessoas aos aos produtos ,apenas um determinado grupo tem acesso ao que é bom consequentemente mais informado e privilegiado em relação ao grupo considerado inferior ,mas este também que não deixa de ter um produto específico para seu grupo a diferença muitas vezes é a qualidade e o custo que ela cria e impõe .
Há também os meios de comunicação jornais,revistas , programas de TV que transmitem o que querem e apresentam constantemente a inversão entre realidade e ficção ou seja sem causa ,consequência simplesmente de uma hora para outra e deixando na maioria das vezes o leitor e telespectador desinformado ,a novela em contrapartida apresenta realidade e proximidade com a massa e o cinema é citado no texto como a forma contemporânea da arte ,onde a história nunca é a mesma , sempre há algo diferente e o misto da música, dança ,literatura,pintura.Comparadoao livro que possui o mesmo poder, da inversão do ausente ,distante e principalmente da realidade.

MARIANA DE ARAUJO OLIVEIRA .3M3

Gabrielle Fonseca disse...
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Gabrielle Fonseca disse...

Os Rádios e televisões podem oferecer-nos o mundo inteiro, mas fazem de uma maneira que o mundo real desaparece. Separa os bens culturais pelo seu suposto valo: há obras ‘caras’, destinadas aos privilegiados que podem pagar por elas. E há obras ‘baratas’, destinadas á massa. Assim, em vez de garantir o mesmo direito de todos á produção cultural, a indústria cultural introduz a divisão social entre a elite ‘culta’ e a massa ‘inculta’. Porque cria a ilusão de que todos têm acesso aos mesmos bens culturais, cada um escolhendo livremente o que deseja como consumidor. A mídia promete e oferece gratificação instantânea. Criando em nós os desejos e oferecendo produtos para satisfazê-los. Ele o faz porque, nesse caso, não está vendendo um produto, mas a imagem de sua empresa. A indústria cultural influência no nosso modo de viver, faz com que a gente siga a moda para não sentirmos excluídos. Uma vez que nos tornamos passivos, os programas de aconselhamento tornar-se um processo de inculpação de valores, hábitos, comportamento e idéias, pois não estamos preparados para pensar, avaliar e julgar o que vemos, ouvimos e lemos. Por isso, ficamos intimados, isto é, passamos a considerar que nada sabemos que somos incompetentes para viver e agir se não seguirmos a autoridade competente do especialista.

Aluna: Gabrielle Fonseca
Turma: 3M1

Maynara disse...

Cultura de Massa é toda e qualquer manifestação de atividades ditas populares. Do carnaval ao rock and roll, do jeans à coca-cola, das novelas de televisão às revistas em quadrinhos, tudo, hoje, pode ser inserido no cômodo e amplo conceito dessa cultura, a qual é produzida para as massas e veiculada pelos meios de comunicação em massa. Indústria Cultural é o conjunto de empresas e instituições cuja principal atividade econômica é a produção de cultura, com fins lucrativos e mercantis. No sistema de produção cultural, encaixam-se a TV, o rádio, jornais, revistas; que são elaborados de forma a aumentar o consumo, modificar hábitos, educar e informar. A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente. Segundo Theodor Wiesengrund-Adorno, na Indústria Cultural, tudo vira negócio e o homem não passa de um mero instrumento de trabalho e de consumo.

Aluna: Maynara Crissaff
Turma: 3M1

fabiano disse...

Fabiano A. Henriques Francisco - 3M3

A cultura se tornou um produto e não uma arte. Banalizaram para comercializar e esqueceram-se dos verdadeiros valores. Inseriram a chamada cultura inútil nas massas para "vender arte". A televisão e o cinema deixaram de se preocupar com a arte em si e passaram a vendê-la em série. A sétima arte está desaparecendo aos poucos.
A verdadeira arte tornou-se inacessível para a maioria e as minorias capazes precisam desembolsar
quantias exorbitantes para obter arte.
Os reais valores da verdadeira arte estão desaparecendo quase por completo.

ingrid disse...
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ingrid disse...
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ingrid disse...

Em um mundo totalmente capitalista, onde o domínio econômico das empresas de produção artística, submetem a ARTE à uma serie de regras, tornando-a apenas mais um item de consumo em grande escala, fazendo que se perca sua , essência, sua originalidade, sua magia. É o fim do novo, da criação em sua plenitude em prol da futilidade.
Contando com a ajuda da TV e do Radio, meios de comunicação de massa,, conseguem manipular todas as classes econômicas, numa forma de lavagem cerebral, aproveitando a desinformação da maioria das pessoas.
A forma de autoritarismo com que essas grandes industrias agem, disfarçadas de democracia, invadem nossos lares no dia a dia e , sem que percebemos, vamos perdendo nossos valores, nossas capacidade de raciocinar, tornando-nos simples fantoches nas mãos poderosas que sabem manipular, nos deixando sem poder de reação, iludidos e dentro de um transe hipnótico perverso e sem fim.
INGRID BRITO 3M1

Arthur Tombasco. disse...
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Arthur Tombasco. disse...

Tente ser original, formule um pensamento... Este não é seu! baseado na sua consciência, você imagina planos para o futuro e idealiza ser quem você tem vontade, no entanto esta pessoa a quem você diz almejar tornar-se a imagem oculta do sistema onde se dá o convivio individual de cada um. Portanto a longa data nos deparamos com esses espelhos sociais, e temos a cega tendencia a nos aproximar ligeiramente a esses modelos, usufluindo dos mesmos produtos e mercadoria enfatizados pela midia atraves dos meios de comunicação em massa, ja que estes geram a população uma semelhança cultural e socio-comum, alienando os indiviuos quase que inperceptivelmente. até que ninguem consiga distinguir o pensamento puro, seu. do pensamento influenciado, alheio.


Arthur Tombasco.
3M3 - PACHECO

Osufi Paku disse...

O mundo de hoje gira em volta do Capitalismo. É através de seus produtos que as pessoas podem se divertir e escapar de seus mundos reais.
O ponto positivo é que ele capaz de mostrar conteúdos reveladores e contribuir para o desenvolvimento humano, e dar informações úteis para a população, mas também tem seu lado ruim porque ele é capaz de induzir as pessoas, levando-a a pensar e agir conforme lhe é proposto sem nenhum tipo de argumentação. Estudos mostram que, quase a metade do tempo livre de nossa população é gasta com um lazer, vindo principalmente da televisão, internet, Mps, pelos livros, jornais e revistas. Um lazer financiado pela indústria cultural.


Aluna: Cyntia Severo
Turma: 3M4
Renato Pacheco
http://omsufipaku.blogspot.com/

Maiana Antoniazzi disse...

A indústria cultural atualmente tem feito um trabalho negativo perante a sociedade, na medida em que somos obrigados a engolir tudo o que as grandes indústrias produzem, e a mídia, acaba por veicular cada vez mais propaganda, com o único objetivo: que vivamos sob o domínio dessa mídia e de uma indústria de consumo. A sociedade hoje, perdeu os seus valores e as suas características, já que a juventude vê os produtos como modismo.

Maiana Antoniazzi - 3M2 - Renato Pacheco

Renata Vieira disse...

As obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo.
Se tornando assim mercadoria, e sendo massificada a arte tende a perder algumas de suas principais características, torna-se repetitiva. Em outras palavras, a arte se transformou em seu oposto, tornou-se algo para ser consumido e não para ser conhecido. Mais porque isso acontece? Porque ela separa quem ela quer e quem ela não quer atingir, quem tem ou não capacidade de comprá-la, quem tem ou não um bom entendimento nesse ou naquele determinado assunto. A indústria cultural vende cultura, e para isso ela não mede esforços para conseguir compradores, eles seduzem, agradam, chocam o público alvo. Uns dos meios de produzir a massificação é mostrar um mundo perfeito através dos radio e televisões, por oferecerem tudo o que precisam, oferecem um mundo em uma tela (ou som), um mundo que muitas vezes foge da realidade, tornam do mundo real insistente. A indústria cultural tem certo autoritarismo em nossas vidas, a todo momento, nesses meios de comunicação, estão tentando nos ensinar algo, algo que esta sendo ensinado a todos, para que haja uma maior “harmonia” em nossas vidas, com isso os meios de comunicação vão diminuindo a nossa capacidade de pensar. Não se submeter as “regas” impostas pelos meios de massificação é impossível, pois nós, mesmo sem querer, já estamos acostumados com eles, já faz parte da nossa rotina, o modo de nos vestimos, como arrumamos nossos cabelo, até o que comemos já é algo que, de uma forma ou de outra, é imposto a nós. A indústria cultural não impõe o que seria o bom para nós, o que seria o mais adequado, ela impõe o que ela quer e/ou precisa vender ou promover.

Aluna: Renata Vieira
3m1

Polianni disse...
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Juliana Barcelos disse...

Não precisamos tentar buscar profundamente em nosso cotidiano para perceber onde a indústria cultural atua.
Ela esta inclusa nas mínimas coisas que fazemos diariamente. Como por exemplo, num simples lanche que você faz. Temos a preferência da marca de refrigerante que iremos beber e ate mesmo de onde iremos comer.
A cultura do povo de um determinado lugar se perde com o tempo, antes eles valorizavam o que era feito em seu estado e hoje em dia valorizam mais o que é importado. O que eles fabricam perde o valor e com isso a cultura de um povo tão distante passa a se fazer cultura de povos de outro estado ou ate mesmo de outro país.

Thamiris Salles disse...

O objetivo principal da indústria cultural é nos convencer de que precisamos de algo, ela tenta nos mostrar que aquele produto é o que falta em nossas vidas, e muitas vezes, consciente ou inconscientemente, compramos produtos desnecessários por causa da propaganda convincente que foi feita daquele produto. Isso é feito através de propagandas na televisão, nas rádios e na internet. A indústria cultural influencia no nosso modo de pensar, nos faz mudar de opinião e pensar exatamente aquilo que eles querem sobre determinado assunto, e isso acaba impedindo que a sociedade tenha uma opinião própria sobre as coisas.

Thamiris Salles - 3m4

nathalia venâncio disse...

Bom , o mundo gira em torno do capitalismo,sempre estamos usando coisas da moda ,porque todas as outras pessoas usam .Marcas de roupas,que estejam na moda,para as crianças os brinquedos que fazem tudo,e assim por diante a indústria cultural se baseia nisso

Nathalia Venâncio
3m3

gabiii disse...

O texto mostra o quanto à sociedade se mostrou capitalista depois da revolução industrial, fez com que as “obras de arte” fossem mercadorias de consumo da cultura em massa. Com essa nova forma de consumo fez com que valores pudessem se perder dentre a sociedade. A democratização na cultura e os bens muitas vezes esta restrita á um determinado grupo de sociedade que por poder econômico tem um privilégio de obter um acesso maior. Temos um exemplo da indústria cultural, a televisão que por sua vez faz essa separação de classes, a forma e o horário do programa já trazem uma separação. O cinema tem o poder extraordinário próprio da obra de arte entrecruzando realidade e irrealidade, verdade e fantasia, reflexão e devaneio. Apesar dos pesares, Benjamin tinha razão ao considerar o cinema a arte democrática do nosso tempo.

gabriella santolini...3m3 renato pacheco ^^

Bruna Freitas disse...

Indústria cultural nada mais é do que aquele momento em que todos nós sem exceção de ninguém, consumimos, mostramos preferência, enfim, em algo que vimos na televisão, revista, em alguém que estava usando e todo mundo então gostou, por exemplo, ou coisas que estão na moda que todo mundo usa... Sendo isso fruto da sociedade industrializada. Onde você consome algo que pensa ter sido de sua vontade quando na verdade você foi facilmente influenciado pela Mídia, ou melhor, pela Indústria Cultural, e infelizmente hoje em dia é assim mesmo e dificilmente irá mudar, a Mídia sempre vai querer lucrar em cima daquela arte que agrada a maioria e agente também sempre terá a novela, o filme à rádio, etc. Para nos influenciar.
A Industrial Cultural é de fato um fenômeno que ocorre a todo o momento na vida do ser humano.

Aluna: Bruna S. Freitas
3ºM3 – Renato Pacheco

Camila Delmaschio disse...

A indústria cultural é o que nos move hoje, se vemos alguma coisa bonita ou interessante em uma pessoa que e famosa e compramos essa coisa só porque tal artista esta usando, estamos nos incluindo na indústria cultural, um exemplo clássico disto é o refrigerante, quando você vai fazer compras você nem sempre coloca refrigerante em sua lista coloca: “coca-cola, fanta uva, kuat,...” isso quer dizer que você esta sendo influenciado pela indústria cultural, sendo este só um de vários exemplos que descrevem essa ação tão forte do capitalismo em nosso cotidiano. Então indústria cultural e qualquer coisa divulgada na mídia que você usa só porque um ator ou um cantor fez a propagando e você achou que ficou legal nele e iria compra achando que em você ficaria tão bom quanto!

3M3 - Renato Pacheco

Roberta Santos disse...
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Roberta Santos disse...

Indústria Cultural é o conjunto de empresas cuja principal atividade econômica é vender cultura, com objetivos lucrativos. Os seus principais meios são as televisões, rádios, revistas, jornais, visando aumentar o consumo, mudar hábitos. E nós já acostumamos com isso. Esses meios de comunicação estão sempre tentando nos ensinar, mostrar algo.
Cultura de Massas Cultura de Massa é toda manifestação de atividades ditas populares. Tudo, hoje, pode ser inserido no cômodo e amplo conceito dessa cultura.
Aluna:Roberta Santos
Turma:3M1

Rayane disse...

A indústria cultural hoje parte de nossa dia-a-dia nas mínimas e pequenas coisas,em uma roupa que usamos,em uma sandália que calsamos em até em um lanche que comemos.A mídia hoje em dia faz as nossas cabeças através de anuncios e propagandas.as vezes nos deichamos levar pela luxuria,vaidade,ou somente porque viu um amigo usando uma coisa de marca a pessoa se acha no direito de usar para não se achar "antiquadro"diante de seus amigos.
A produção cultural e intelectual passa a ser guiada pela possibilidade de consumo mercadológico com a mais abrangente face capitalista.

RAYANE SANTOS COSTA 3M3

Lucas S.V. disse...

Nome: Lucas Segatto Vieira
Truma: 3V2
Escola: Renato Pacheco

A indústria cultural confunde ou ate modifica o pensamento humano, é verdade, mas se formos observar com outros olhos, o lado positivo da harmonia entre industria cultural e ser humano, é a movimentação dos seres á partir da busca de novas criações e melhorias no cotidiano, isso faz a qualidade de vida e os bens de consumo melhorar ,facilitando o desenvolvimento humano e tornando a vida mais pratica. Tudo isso acontece como resultado da comercialização e competição feita pela indústria cultural. Não seria tão ruim afinal, não gostaríamos de viver “pré-historicamente”.

Ana Flávia Rocha disse...

O capitalismo que rege o mundo, e ele impõe suas vontades sem que nós percebamos. Para isso ele usa a Indústria Cultural que usa a cultura e a arte como forma de fabricar dinheiro, essa imposição venha através da mídia, que por muitas vezes faz com que nós consumamos sem vontade, só para dizermos: "está na moda, e eu tenho" ela faz isso subjetivamente e quando vimos estamos cegos já.
A pergunta é : tudo que nós compramos por propaganda da mídia é necessário? E logo logo descobrimos a resposta: Não. Mas mesmo assim continuamos, pois a Industria Cultural e o Capistalismo vinculado a mídia, são tão poderosos que eles fecham nossas mentes e nos deixam cegos.

Ana Flávia 3M3 - Renato Pacheco.

Rayane Lima disse...

Segundo o texto "indústria cultural e cultura de massa", a indústria cultural só dá direito à cultura quem tem dinheiro ou seja somente a elite social. O texto também relato que a mídia antes de tudo seleciona por classes sociais o que cada uma vai ler,ver e ouvir,ou seja a indústria cultural vende cultura.
A televisão, através dos programas influenciam muito a formação da cultura de cada classe como também, a rádio.

nicolle queiroz disse...
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nicolle queiroz disse...
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nicolle queiroz disse...

A Indústria Cultural impede a formação de indivíduos independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.Aliada ao capitalismo, ela aliena muito a sociedade, forçando-a sem que perceba a obter algo.Por exemplo:As propagandas nos oferecem um produto carregado de imagem e sensações que queremos sentir,nos deixando "fascinados", passando a idéia de que temos que adquirir aquele produto e também para não ficarmos a margem da sociedade.Então, concluímos que a indústria cultural aliena por que consumimos principalmente a ideologia.
A indústria cultural deixou de ter um caráter histórico se tornado produto.

3M3- Renato pacheco

Daiane Pereira disse...
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Daiane Pereira disse...

Através das indústrias culturais a arte esta sofrendo mudanças significativas podendo perder suas características principais. Ela não é para sem sempre a mesma e sim para ter uma continuidade, passando por outras pessoas.Acultura através da arte pode criar abismos sociais, um tendo o melhor e outro tendo o mais comum. A indústria desperta interesses sobre ela. Em um mesmo espaço de tempo a cultura leva diferentes posições econômicas às diferentes classes sociais. Pode-se dizer que a indústria cultural se manifesta a parti do que os seus patrocinadores querem levar aos espectadores fazendo com que pense que e melhor.Dentro da indústria existem divisões que causam mudanças na mentalidade das pessoas fazendo com que uma classe não suporte os aspectos de outra classe .

Aluna : Daiane Pereira
turma:3M4-Renato Pacheco

Luana Gusmão disse...

Nome- Luana Gusmão
Turma- 3M4

Comentário- Desde que o mundo é mundo o capitalismo está presente, pode ser que antigamente não era tão forte essa influência. A cultura industrial nos mostra que hoje em dia de cultura realmente não existe mais, pois os artistas a maioria deles não fazem suas obras por prazer, agora as indústrias se apossaram desses trabalhos e querem publicar pro mundo. Essas empresas não tem o olhar de beleza, mas sim o olhar de que os compradores gostem das obras.
Em questão dos meios de comunicação estão todos ligados ao capitalismo também, pois é uma forma de publicar seus produtos, tanto em propagandas quanto em novelas,filmes e etc.
Fazendo um breve resumo de tudo isso, o capitalismo entrou em nossas vidas e não sai mais, pois somos todos dependentes dele.

Sabrina Santana disse...

A indústria cultural faz parte do capitalismo, pois como qualquer outra indústria, ela está atenta a custos, distribuição e retorno de lucros. E como foi citado no texto o maior exemplo disso é a televisão, que com todo o marketing eles conseguem alcançar seu objetivo que é fazer com que cada pessoa se interesse por aquilo, mas como todos nós sabemos nem tudo é direcionado para todos, e é a mesma coisa com a arte em geral, as manifestações históricas-culturais e a identidade de uma região servem como inspiração e conteúdo de obra e produto cultural e a indútria cultural busca produzir algo que conquiste o público e a importância comercial.
E se prestarmos atenção nas coisas que passam na televisão, na rádio, que tem em lojas, nas bancas, veremos que as coisas já são basicamente todas selecionadas para que cada grupo social possa ter as coisas “ ao seu nível”. Concordo com o que o texto fala, que quando tem obras caras e raras que só servem para pessoas que podem pagar por isso, ai nós temos a elite cultural e também há obras “baratas” e “comuns”, destinadas à massa como foi falado no texto e ainda tem a questão dos lugares que não seria apropriado para certas pessoas , e isso é o que realmente acontece todos os dias, essa divisão entre a elite(ricos) e a massa(pobres).
E a indústria cultural em vez de deixar tudo igual ela acaba deixando tudo muito mais distante, de acordo com o seu grupo social.

Aluna:Sabrina A. Santana
Turma:3M1

Bethania Priscila disse...
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Bethania Priscila disse...

A Industria cultural ou seja a cultura é uma parte do capitalismo que conta com a ajuda da publicidade,de rádios,TV,internet e com outros meios de comunicação fazendo com que os consumidores fiquem encantados com o produto e acabem consumidor mesmo que não aja uma necessidade absoluta. E a cultura leva diferentes posições e diferentes classes sociais.
A Cultura e massa é a manifestação e as atividades populares, mais ganhou força com os surgimentos das tecnologias, e com a comunicação que facilito as manifestações entre a sociedade.
Aluna:Bethania Priscila
Turma:3M4
Renato Pacheco

Ludmyla Thomazini disse...

Na Indústria Cultural tudo se torna negócio, um exemplo disso é a televisão. Ela é tão influente que o mundo real acaba desaparecendo. Isso também vem acontecendo no cinema, antes era usado para lazer e hoje é um dos mecanismos de manipulação. A mídia em si exerce grande poder sobre as pessoas.
A cultura de massa atua sobre os agrupamentos humanos e ganhou força com o surgimento do capitalismo, é uma cultura que está se desenvolvendo muito.


Ludmyla Thomazini - 3m2
Renato Pacheco

Monique Virginio disse...

A indústria cultura ainda vive no mundo capitalista, pois a cultura é capitalista. A indústria consegue vender seus produtos seduzindo o consumidor através de propagandas, o produto tem que chamar atenção do consumidor mais não pode deixa-lo pensar nem ter muitas informações, pois se não o consumidor acaba desistindo de comprar. A indústria ela tem uma forma de ''enganar'' de ''atrair'' o consumidor para o produto. A indústria mostra a mentira em forma de verdade, eles sabem que é mentira mais faz o consumidor achar que é verdade. O que acontece na política o candidato promete céus e terra e faz os eleitores acreditar nisso mais quando ele esta no poder ele não cumpre nada do que prometeu. O que acontece também é que nem todo mundo tem acesso ao que é bom.

Jennifer Virginio
3M2 Renato Pacheco

Bárbara Poeys disse...

Como a cultura na verdade é um produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa. Com os apelos das indústria, personificados principalmente na esfera publicitária, principalmente aquela que se devota sem pudor ao sensacionalismo, é quase impossível resistir aos sabores visuais da avalanche de imagens e símbolos que inundam a mente humana o tempo todo. Este é o motor que move as engrenagens da indústria cultural e aliena as mentalidades despreparadas.

Higor Vieira disse...

Nos dias de hoje, a indústria cultural tem dominado cada vez mais a sociedade. Basicamente tudo o que conhecemos faz parte desse fenômeno, e as poucas coisas que não fazem parte ( se é que isso existe ) é considerado chato, ultrapassado e é deixado de lado por nós. A indústria cultural pega tudo e transforma em um meio de “controlar” a população fazendo com que assim ela vire um massa de manobra para que seus interesses sejam cumpridos. Para mim isso é um fato de difícil revesão, pois quando tentamos deixar de lado sempre voltamos atrás pelo simples fato de conviver com isso durante toda a vida, mas que devemos tomar providências, se não quem sabe mais dia, menos dia poderemos nos deparar com o controle total dela sobre nós.

Higor Vieira Ludovico - 3v2
Renato Pacheco

Carolziitaa disse...

O presente texto se refere a realidade do mundo, que é a de sermos escravos da indústria cultural, pois nos dias atuais vemos, lemos, vestimos, compramos e até fazemos o que ela nos induz.
Não há o que ser feito, o capitalismo está introduzido na nossa cultura e de tal forma que é ele quem manda em tudo. Os "poderosos" (milhonários)mandam e desmandam na indústria cultural, fazendo com que os meios de comunicação só transmitem para a população o que é de interesse deles, formando assim a cultura de massa.

Ana Carolina Barcelos Pereira 3Mº5

- ph silva disse...

Na Industria Cultural podemos analisar a produção e a função da cultura no capitalismo.
O termo "Industria Cultural" foi criado para definir a conversão da cultura em mercadoria. Assim, somos fortemente influenciados pela mídia que são várias ideias diferentes no cotidiano da sociedade. Como consequência das tecnologias, a cultura de massa foi se desenvolvendo cada vez mais atravez de propagandas, comerciais, anúnicios etc. Com isso, as pessoas são influênciadas a comprar e consumir tudo o que é proposto pela mídia, para que assim elas sejam 'aceitas' pela sociedade.


PEDRO HENRIQUE SILVA 3M3

Eduarda Soares disse...

Digamos que a Cultura de Massa e a Indústria Cultural é parte do capitalismo e do que nos aliena porque deixamos de participar ativamente do mundo, consumindo ideologia. Como por exemplo, as publicidades, internet, programas de TV e outros meios de comunicação que faz nos consumidores ficarem encantados com o produto e acabarem consumindo mesmo que não aja uma necessidade absoluta. Tudo isso nos faz ter um olhar crítico sobre o mundo, tendo a devida noção do que estamos vivendo e consumindo.

Eduarda Soares,3m2

Kariny lobato disse...

A Industria de Culturas trabalha de forma a vender algo lucrativo à sociedade capitalista. Tal cultura, que é "vendida", tende a ser a mais aceita e acatada pelas massas como uma cultura própria e proveniente dele mesmo. Isto ocorre, de certa forma, através dos meios de comunicação e da acepção das pessoas quanto ao que lhes é imposto.
As grandes massas tendem a ser as mais afetadas, pois como estas novas culturas, que na verdade já é algo existente, são marjoritariamente apontada para elas, influenciam sua forma de pensar, agir e se comportar perante situações corriqueiras.
Caberia as massas, como maioria atingida, analisar mais o que lhes é proposto antes de acatar. Como por exemplo, pensar duas vezes se gosta mesmo do que veste ou se está sobre alguma influência, ou coisas do tipo.
Quando o homem começar a criticar a si mesmo poderá mudar o meio em que vive.

Roberta disse...

O capitalismo não é apenas um modelo econômico que deu certo, foi (e é) a escolha indireta que fazemos no nosso meio de viver. As coisas só nos acontecem quando nós permitimos e a industria cultural, a venda de cultura manipulável é uma coisa que nós como população massificada compramos sem reclamar. A indústrial cultural tem a capacidade de manipular a cabeça de tudo e todos com o meio mais simples: padronizar. O padrão imposto pela mídia, seja ele qual for, é um modelo de simples acesso e que não pode de jeito nenhum ser diferente. É daí que tiramos a nossa dificuldade de conviver com as diferenças mesmo conciderando que somos inúmeros seres com opiniões diferentes. A industria cultural nos padroniza, nós aceitamos e ainda fazemos o favor de padronizar ou repudiar tudo aquilo que for diferente do sistema imposto. Essa mídia, claro atende a população de maior quantidade: os pobres. Essa informação barata, de fácil acesso nos dá a falsa idéia de acréscimo de inteligencia e de sujeitos diferentes enquanto na realidade essa mídia nos transforma em seres com limites e esses limites não devem ser, de forma alguma, violados. A cultura de elite tem a falsa impressão de que é algo inatingível, feito para a população rica, e é. Mas é por que nós pensamos assim, a arte não é e nunca foi um previlégio de uma certa minoria. A arte pra existir necessita apenas de percepção e é justamente essa percepção que nos é tirada pela industria cultural.
E nós aceitamos.

Jéssica Pedrotti disse...

Considerando este ponto, podemos dizer que a presença do aparelho de tevê no cotidiano das pessoas é tão forte que muitos pensam que a televisão é o único lazer da população. Além da tevê, a ainda escuta de rádio AM e FM, a leitura de jornais, revistas, escuta de discos, ou seja, um lazer financiado pela publicidade comercial que usualmente se designa como industria cultural. Com isso, uma outra suspeita de que lazer é todo voltado para o consumo ou para atividade que levam ao consumo.
Os estudos de orçamento-tempo, mostraram que, efetivamente, quase a metade do tempo livre de nossa população é gasta com um lazer produzido pela indústria cultural, vindo principalmente da televisão, seguida de longe pelo rádio e, mais de longe ainda, pelos livros, discos, jornais e revistas.
Contudo, é perigoso afirmar que determinada atividade seja, ou não, produzida pela indústria cultural, é também importante observar que tais meios de comunicação de massa nada mais são do que a reprodução de conteúdos de outras práticas de lazer. Como por exemplo, o volume de concertos de música erudita ou popular vistos nas rádios e tevês é incomparavelmente maior do que o das salas de show e concertos ao vivo. O mesmo vale para outros espetáculos artísticos e para o esporte, a ginástica, a jardinagem, a culinária, a informação em geral. Trata-se de um consumo de lazer e não de prática ativa de lazer.
É importante ressaltar então, as relações estabelecidas entre indústria cultural, meios de comunicação de massa e com a cultura de massa. Em um primeiro momento, podemos achar que estas expressões funcionam como sinônimos, mas não é assim.
Não se pode falar em indústria cultural e sua conseqüência, a cultura de massa, em um período anterior ao da revolução Industrial, no século XVIII; do surgimento de uma economia de mercado, uma economia baseada no consumo de bens; e da existência de uma sociedade de consumo, segunda parte do século XIX. Assim, a indústria cultural, os meios de comunicação de massa e a cultura de massa surgem com funções do fenômeno da industrialização. E estas, através das alterações que ocorrem no modo de produção e na forma de trabalho humano, que determina um tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (a de massa). E isto vai dependendo completamente, do uso crescente da máquina, da submissão do ritmo de humano de trabalho ao ritmo da própria máquina, da exploração do trabalhador, da divisão do trabalho. Conseqüências da revolução industrial, traços marcantes de uma sociedade capitalista, em que é nítida a oposição de classes. Neste momento começa a surgir a cultura de massa. Podemos observar desde então, conseqüências diretas e indiretas na distribuição cultural dos dias de hoje.
Uma característica muito importante da indústria cultural, é a formação de uma cultura homogênea. Mas aqui no Brasil, por ter uma grande desigualdade na distribuição de renda, acaba por se dificultar a homogeneização da cultura.

Rayssa • disse...

A Industria Cultural,gira em torno basicamente do capitalismo que busca vinsando sempre o lucro.O que nos tras muito a realidade , fato da sociedade estar sempre comprando ,ajundando a evoluçao da tecnologia e principalmente da midia , que sempre esta sendo atualizadas a todo momento.
Considerando este ponto, podemos dizer que a presença do aparelho de tevê no cotidiano das pessoas é tão forte que muitos pensam que a televisão é o único lazer da população. Além da tevê, a ainda escuta de rádio AM e FM, a leitura de jornais, revistas, escuta de discos, ou seja, um lazer financiado pela publicidade comercial que usualmente se designa como industria cultural. Com isso, uma outra suspeita de que lazer é todo voltado para o consumo ou para atividade que levam ao consumo.
Levando isso em consideraçao a industria e massa e cultural e necessario para esses grandes avanços.

Rayssa Ferrugini
3M5
Renato Pacheco.

alan lordes disse...

Como consequência da dominação do capitalismo na sociedade, a arte que foi uma forma intelectual de expressão dos pensamentos e das emoções tornou-se em uma mercadoria para manipular e abusar do consumidor. Eu concordo que a arte perdeu sua característica expressiva e seu objetivo por meio da indústria cultural. A arte antes de ser trasformada em uma mercadoria foi servida para os indivíduos pensar além do que já é estabelecido e ser independentes. Porém, a industria cultural destrói a independência do indivíduo de pensar por si próprio e manipula o por meio da internet, tv, rádio e etc para o indivíduo crer que aquilo que a indústria cultural lhe apresenta é bom para ele ou ela, ou seja, a cultura de massa. A indústria cultural toma controle do nosso tempo livre até nós nos tornar a se depender na indústria cultural. Tem muita gente, que, todos os dias olha na mesma coisa no computador ou na tv por horas e horas desperdissando a sua produtividade.

Alan Lordes
Turma: 3V2

Thalyta Kássia disse...

Indústria cultural acabou com a ,sociedade capitalista,se tornando em um produto comercializado.A produção realizada pela indústria cultural é centralizada no interesse lucrativo. Pode-se perceber que o meio cultural é um produto bom que é capaz de mostrar conteúdos reveladores Como mostrar no texto a televisão, o cinema é uma indústria. A Cultura toma como forma de lazer e entretenimento, a "mídia" , que satisfaz nossos desejos...

Thalyta Kássia

Renato Pacheco,
3v2

Mirelle Barcelos disse...

A indústria cultural manipula à todas de forma "indireta".
Digo indireta pois a maioria da população não tem conhecimento suficiente para notar que está sendo influênciada a adquirir pensamentos,bens materiais ou qualquer outro tipo de ideologia "oferecida".
Poderíamos dizer que o mundo é igualitário se todos pudessem desfrutar dos mesmos bens,sejam eles materiais ou morais.Porém todos nós somos separados em classes sociais e realidades distintas, por isso muitas das vezes não parece que compartilhamos o mesmo mundo. Como um mais favorecido(rico)e um menos favorecido(pobre) enxerga o mundo? Não são mundos diferentes apenas realidades.
Por isso a mídia cria diferentes tipos de entretenimento para cada tipo de classe econômica. Outro ponto interessante do texto é a questão do descanso mental que
temos ao estar assistindo à uma novela, e de tempo em tempo vir o comercial intenrropendo a
programação. Acaba que esse descanço mental se torna um hábito
vicioso de nossa mente, causando assim um deficit de atenção corriqueiro, que a indústria cultural nos prega. O texto fala também da questão do cinema e televisão.
O cinema é mais íntimo,próximo e em "si" é sim democrático e sem distinção de público,enfim, para todos. E já a televisão vemos como um aparelho fundamental para casa. O texto me instigou a reever os meus conceitos de lazer,e em como querendo ou não, todos nós estamos cercados das ideologias de um mundo capitalista que nos induz
a todo momento com os meios de comunicação.


Mirelle Francesca Barcelos, 3M4.

http://mirellebarcelos.blogspot.com/

Fardin Lorenzon, Elimar. disse...

Retratar a indústria cultural refere-se ao fenômeno que influencia as pessoas no modo de pensar e de agir. Essa influência, que se origina nas bases do capitalismo, é comumente manifestada nos Meios de Comunicação, que fazem a massificação dos produtos e que, na realidade, massificam também a sociedade. O processo pelo qual ocorre a indústria cultural banaliza todos e tudo à simples produtos, como é o caso da Cultura, que é transformada em mercadorias propícias ao consumo. Fazendo citação da frase do texto: “A Cultura nos satisfaz, se tivermos paciência para compreendê-la e decifrá-la. Exige maturidade. A mídia nos satisfaz porque nada nos pede, senão que permaneçamos sempre infantis”, podemos entender porque a Mídia se torna muito mais abrangente do que o aspecto intelectual das pessoas, visto que na Cultura recebemos algo para processar e para assim compreender o mundo a nossa volta, e na Industria Cultural, transmitida pelos meios de comunicação, o que recebemos de informações já estão processadas, diminuindo o esforço mental e reduzindo também o senso crítico das pessoas. Desse modo, entende-se qual é o objetivo da indústria cultural: tornar-nos seres infantis, incapazes de julgar e criticar o que nos é imposto e assim, sermos assíduos no processo de consumo capitalista, que na verdade, determinam mercadorias inúteis como objetos de extrema necessidade no cotidiano, por exemplo, para assim, gerar LUCROS e sustentar o sistema no qual chamamos capitalismo.

Elimar Fardin Lorenzon - 3V2

Ana Carolina disse...

As obras de arte foram obrigadas a sofrer mudanças, como qualquer "mercadoria" existente no capitalismo, tornando-se um sinal de status social.
A indústria cultural acaba tendo resultado oposto do que pretendia, pois gera diferenças sociais.
Os maiores influenciadores desses traços da indústria cultural são as rádios e a TV, que criam especificações de conteúdo e horário de cada programa.
A mídia nos oferece notícias do mundo inteiro, mas nos deixa fugir de uma realidade de espaço e tempo, o que faz com que as pessoas percam a noção da realidade, o que também é ocasionado pelas novelas.
A indústria cultural também faz com que as pessoas sigam um padrão, seja de beleza, comportamento, educação.. Pois a todo momento sofremos influências de como se alimentar, como ter uma pele jovem, um corpo bonito, como criar os filhos... fazendo com que as pessoas que não seguem tais "regras" sintam-se excluídas.


Ana Carolina Viana, 3m1.

Ana Paula Borges disse...

Indústria cultural
O mundo gira em torno do capitalismo que para existir necessita do consumo da população, a indústria cultural instiga esse consumo, ela cria necessidades não existentes e para isso precisa manter a sociedade alienada, precisa impedir que as pessoas pensem, por isso os meios de comunicação de massa estão sempre nos guiando e dizendo o devemos ou não ter ou fazer. A mídia consegue atingir todos os seus públicos alvos com estratégias, pré julgando a capacidade de entendimento ou interesse de cada classe (econômica, etária ou gênero) forçando, mesmo que não aparente, a necessidade do consumo, como se não possuirmos certo produto estaríamos fora dos “padrões sociais”. Por esse motivo as artes que nos faz pensar são restritas a certo grupo da sociedade, o pré julgamento feito pelos MCM não permite que tal “nível de cultura” chegue às classes mais “baixas” da sociedade, o que as faz achar que não são boas, pois não lhes proporcionam a satisfação imediata que a mídia o faz.

Thaís Dalapicola disse...

A industria cultural serve como um escape para a sociedade, um meio de fuga da realidade, muitas vezes em oculto, outras muito visíveis ela leva as pessoas a pensarem e agirem da maneira proposta por ela. Como o texto diz ela "vende cultura". Mais não uma cultura justa e para todos e sim uma cultura viável a cada classe social, uma cultura diferenciada. Ela impoem sociedade um padrão a ser seguido e quem não segue esse padrão muitas vezes se sente como excluído da sociedade, sendo assim forçado a se adaptar. No final nós acabamos virando produto desta industria, pois jogamos seu jogo e dançamos conforme a sua música.

Thaís Dalapicola Felicino 3M4

sabrina lima disse...

A indústria cultural é um meio manipulador da nossa cabeça que promove o consumismo de certos produtos, e estabelece um padrão, por meio de principalmente de televisões, cinema, teatro.Esse padrão de como a gente deve se comportar, se vestir , manter o cabelo , etc.. , é imposto na sociedade de tal forma, que sem que a gente perceba já estamos seguindo-o. A indústria cultural “insere” em nossas cabeças o que é favorável somente a ela, baseada é claro no capitalismo.

NOME: SABRINA BARBOSA LIMA

TURMA: 3M2

Henrique Vieira disse...

A industria cultural tem o poder de mudar nossos pensamentos, e tornalos completamente capitalistas, como se a nossa cultura fosse um pouco do capitalismo e nessitassemos dele para sobreviver e termos um certo status. e como vimos na ultima aula, os mais atingidos desse processo são as crianças, que nao conseguem entender o que está por traz de todo aquele comercial, e acham que necessitam daquilo para ficar bem, e logo percebem que certo brinquedo nao lhes da o afeto nessessario e largam aquilo...
isso é muito importante porque as industrias sabem que ninguem quer se sentir antepassado!

Aluno: Henrique Vieira
Turma 3M1
Renato Pacheco

Leandro Merscher disse...

A Indústria Cultural é nada mais do que um fruto da sociedade industrializada, de tipo capitalista liberal. Com seus produtos, a Indústria Cultural pratica o reforço das normas sociais, repetidas até a exaustão sem discussão. Em conseqüência, uma outra função: de promover o conformismo funcional. Ela fabrica seus produtos tendo a finalidade de serem trocados pelo seu determinado ''valor'' estimado em moedas, promovendo a deturpação e a degradação do gosto popular. Simplifica ao máximo seus produtos, a obter uma atitude sempre passiva do consumidor, assume uma atitude paternalista, dirigindo o consumidor ao invés de colocar-se a sua disposição. Hoje temos vários meios de divulgação dos produtos, a tecnologia a favor dos criadores, das empresas, das grandes marcas, tais meiso como a internet, TV, rádio, revistas assim fazendo ou melhor dizendo ''provocando'' o ser a consumir o determinado produto em questão e tornando membro dessa grande massa de consumidores da ''moda'' do que está no auge da divulgação.
Como exemplo olho para mim mesmo, hoje está se usando muito bermuda quadriculada, meu avô usava, e hoje eu uso, mas o que acontece?! Já existia só ficou meio que ''esquecida'' vem alguém e divulga de novo e desperta interese da grande massa e voltando o uso da ''modinha'' devido ao encanto passado através das grandes ''manipulações'' realizada pela mídia.

Leandro Merscher
3M2

Jéssica Carvalho disse...

A Indústria cultural,escolhe pelos meios de comunicação o seu consumidor, tornando assim cada vez maior a diferença entre as classes sociais. O texto nos mostra que se compararmos a arte da antiguidade com a moderna,a primeira diferença observada é que uma arte nos faz pensar e até mesmo criticar;e já a outra apesar de hoje em dia "todos" terem algum tipo de acesso à ela, impulsionados e seduzidos pela Indústria Cultural se tornam pessoas sem opiniões.
Hoje em dia, a população está tão ligada ao meio virtual como:internet, televisão, rádio, etc;que abam absorvendo a cultura dada por estes.Eu entendi também que apesar de todos conhecerem algum tipo de produto, não podem consumi-lo, pois a diferença do capital faz com que os compradores sejam distintos e escolhidos.
Enfim o texto "Indústria cultural e cultura de massas", nos fazem entender cada vez mais a desigualdade entre os povos.

Jéssica Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jéssica Carvalho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Victor Orlandi disse...

Capitalismo...Diz-se que a pessoa bonita é a magra de cabelos lisos;Bom sabemos que isso foi implantado porém a sociedade nos diz que nos impostas as coisas por meio de elementos de comunicaçao , ou cultura de massas o Capitalismo, tão forte hoje nas sociedades que molda pensamentos dizendo e impondo o que é certo....
Mas certo até que ponto ?
A moda , A religião , O status, entres muitos outros sao ramificaçoes pelo capitalismo que nos gera um sonho de ter ou ser aquilo que nos é falado .... envolvendo toda a sociedade num globo de influências , consideradas certas ... No meu ver a essa situação , minha opinião é a de que as pessoas devem se tornar influenciadoras e não influenciadas...
Interessante texto.
Blog:http://quaisprincipios.blogspot.com

Jéssica Carvalho disse...

A Indústria cultural,escolhe pelos meios de comunicação o seu consumidor, tornando assim cada vez maior a diferença entre as classes sociais. O texto nos mostra que se compararmos a arte da antiguidade com a moderna,a primeira diferença observada é que uma arte nos faz pensar e até mesmo criticar;e já a outra apesar de hoje em dia "todos" terem algum tipo de acesso à ela, impulsionados e seduzidos pela Indústria Cultural se tornam pessoas sem opiniões.
Hoje em dia, a população está tão ligada ao meio virtual como:internet, televisão, rádio, etc;que abam absorvendo a cultura dada por estes.Eu entendi também que apesar de todos conhecerem algum tipo de produto, não podem consumi-lo, pois a diferença do capital faz com que os compradores sejam distintos e escolhidos.
Enfim o texto "Indústria cultural e cultura de massas", nos fazem entender cada vez mais a desigualdade entre os povos.

Já ia me esquecendo de colocar minha turma..:3M4

Anônimo disse...

Eu entedi que este texto, retrata um dos problemas que mais influencia a populacão, que é a mídia.As pessoas, acabam se esquecendo do mundo e da cultura passada para eles de geração para geração, e consomem culturas novas e diversas, de outros povos.O mundo capitalista acaba induzindo as pessoas de modo que não as deixam nem pensar se isto será bom ou ruim para elas.Temos exemplo disso muito perto, por exemplo em minha casa há pessoas que deixam de se divertir para ficar em casa assistindo novela.Os empresários mesmo passando o seu produto para o reconhecimento de toda a população, escolhem os seus consumidores!
É impossível, mais para haver igualdade o mundo CAPITALISTA tem que acabar.
nome:Mariana Lindenberg.
sala:3M4

Thaís Martins disse...

O mundo gira em torno no capitalismo e a indústria cultura que nada mais é so que um monte de empresas que tem como objetivo “vender cultura” visando somente o lucro, infelismente consegue nos convencer de que presisamos de coiasas (muitas vezes desnecessárias) para sermos felizes, estarmos na moda... Isso acontece através da tv, rádio , outdoors, internet, entre outros.
A indústria cultural e o capitalismo junto são mais poderosos e tentadores do que imaginamos, e apesar de todo mundo no fundo saber que é possível viver muito bem sem toda essa “mercadoria desnecessária” continuamos com mestes fechadas e nos fazendo de cegos perante a essa realidade!


Aluna: Thaís Martins
Turma: 3M4

Laís Mariani disse...

A indústria cultural tem como fim não apenas justificar os meios, mas sim te fazer pensar que você é quem está agindo de tal maneira... nos faz consumistas, e "usadores de viseiras" sobre coisas de nosso próprio consumo. Dessa forma ela converte aquilo que era para ser arte, ou movimento joven (etc), para sua "felicidade" enrriquecendo o capitalismo -porque a industria cultural mais nada é do que puro capitalismo - e seus negócios. Essa "cultura" que induz cada vez mas o consumo e até mesmo a verdadeira cultura (modificando- a), não no permite ter a liberdade de escolhas e até de pensamentos, pois a todos momento, seja qual for ( tv, radio, outdoor, etc), subtamente e subconscientemente nos infuência.

escola renato pacheco
turma: 3m3
aluna: laís mariani

Fernanda Montalvão disse...

O teto inicialmente, fala de como a arte modificou-se em favor do capitalismo. Tranformou-se em propagada e em publicidade, depois de um tempo, passou a ser vista pelos meios de comunicação, mas às obras caras, apenas para quem pode pagar, enquanto a massa, compra apenas obras destinadas à elas. Tudo isso, torna a cultura uma força imperceptível de consumação. Por isso, a necessidade de comprar, de adiquirir algo imposto sem que ao menos percebamos. Influenciam até mesmo nos grupos socias e na forma de pensar. Hoje, quase tudo gira em torno da indústria cultural.

Erika Neves disse...

Tudo o que nós vestimos, vivemmos e até consumimos tem a ver com o capitalismo. Com a industria culturar não é diferente, sofremos forte influências da mídia(televisões,revistas,jornais.
Sempre usar coisa da moda porque vemos na televisão, principalmente as crianças por verem os produtos infantis é o resultado do que o capitalismo faz para que as pessoas invistam naquilo.
No Brasil por exemplo, adquirimos muita coisa estrangeira e nao damos muita importancia na nossa propria cultura.
A produção realizada pela indústria cultural é centralizada no interesse lucrativo, o que impõe um determinado padrão a ser mostrado que transforma o espectador numa pessoa de crítica rebaixada e de mente narcotizada.

ERIKA NEVES 3m1

she is Mandy disse...

A Industria Cultural trabalha com o objetivo de vender e, obter lucro para a elite capitalista. Isso faz parte da nossa cultura, que nos é "vendida" e, tende a ser aceita pela população porque já somos adaptados a isso. Basicamente, isso nos é imposto pelos Meios de Comunicação de Massa, ou seja, pela mídia. A parte da população mais afetada é a de baixa condição financeira e, a de maior quantidade existente. A indústria cltural nos influencia na forma de pensar, agir, se vestir, comprar e etc.

Amanda Rodrigues Manso - 3 M 3
Renato Pacheco

Jamylli Guarnier disse...

Impossível no dia de hoje não se influencia pela indústria cultural. Geralmente compramos produtos influenciados pelo comercial, pelo devida fama, pelo preço etc. Hoje em dia a indústria cultural separa muito as classes como, por exemplo: uma criança “rica” tem condições de ir a uma loja e compra um videogame do mais caro e do mais moderno, já a criança “pobre” não, mais também só sente vontade de ter por meio de comerciais ou pelo simples motivo de que seus amigos com mais condições que ele tem e ele não. Com isso comprovamos que todos nós nos influenciamos pela indústria cultural.
Jamylli Guarnier
3V2
escola Renato Pacheco.

Joyce Mazzoco disse...

A indústria cultura é a utilização da cultura como mercadoria.
O capitalismo transformou a nossa cultura em modelo a ser seguido, fazendo com que a sociedade crie uma ilusão de que todos têm acesso a mesma cultura, formando pessoas incapazes de julgar e ser dono de si mesmos.
Um dos meios de comunicação que usa essa arte como mercadoria é a televisão, através das novelas que mostram mulheres que “podem tudo” se tiver a roupa, bolsa, sapato de marca tal e a população se encanta achando que se tiver os mesmo produtos terá a mesma vida que a da ficção.Os meios de comunicação como: cinema, música, revista e internet hipnotizam a população introduzindo um pensamento de que precisamos comprar para ter.

Aluna: Joyce Mazzoco
3V2
Renato Pacheco

Karolyna Bono disse...

A indústria cultural se originou através do capitalismo que transforma todos os produtos em comercio. O principal meio cultural para expandi o capitalismo e a televisão, através dela se forma indivíduos que ficam mais “dependentes” do comercio, que precisam de certos produtos para se incluir na sociedade, porque eles acham que se eles não tiverem certos produtos que passam nos meios de comunicação eles não estão ligados a sociedade ao mundo capitalista.
Nome: Karolyna Rossi Bono
Turma: 3M3

Karolyna Bono disse...

A indústria cultural se originou através do capitalismo que transforma todos os produtos em comercio. O principal meio cultural para expandi o capitalismo e a televisão, através dela se forma indivíduos que ficam mais “dependentes” do comercio, que precisam de certos produtos para se incluir na sociedade, porque eles acham que se eles não tiverem certos produtos que passam nos meios de comunicação eles não estão ligados a sociedade ao mundo capitalista.

Jonjon disse...
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Jonjon disse...

A indústria cultural ela tem o foco de influenciar as pessoas, a seguirem certos estilos, até mesmo gostar de algo, forçando o consumo de nós (população, é na maioria das vezes compramos, sem mesmo ter a necessidade e muita das vezes não podendo gastar, mas a indústria cultural nos manipula de tal maneira que, gastamos compramos, e se no muito utilizamos uma vez.
Mas a indústria cultural esta focando propagandas para crianças, pois além delas serem mais fácil manipulada pois, além da propaganda, os colegas dela da rua, da escola, passaram a usar este produto, fazendo a ter mais desejo ainda que querer este produto, mesmo que ela não goste, ela simplesmente vai ser manipulada e passará a gostar pois ela quer se incluir ao grupo de crianças cujo tem este produto, se uma criança não o tem ela se sentira excluída, solitária. Insistindo aos pais que comprem este produto insinuado que é a unica criança que não tem, e assim de certa maneira 'forçando' os pais a comprarem o produto.

João Otávio Vieira Carvalho Almeida 3m5 Pacheco Matutino

Ravennie disse...

A indústria cultural e Cultura de massas estão totalmente ligadas ao capitalismo.Podemos dizer que a presença do aparelho de tevê no cotidiano das pessoas é tão forte que muitos pensam que a televisão é o único lazer da população, quase a metade do tempo livre de nossa população é gasta com um lazer produzido pela indústria cultural, vindo principalmente da televisão, seguida de longe pelo rádio e, mais de longe ainda, pelos livros, discos, jornais e revistas.
Na Indústria Cultural, tudo vira negócio e o homem não passa de um mero instrumento de trabalho e de consumo, ou seja, objeto. Leva às pessoas a agirem e, pensarem como realmente é proposto na mídia, como por exemplo: a propaganda.
Ela não só, nos faz querermos um produto, mas também nos convence de que precisamos dele, e aquele produto é o que falta em nossas vidas, sendo que em muitas vezes nem é necessário para nós, e essas atitudes podem ser de consciente ou inconscientemente .
A cultura de massa é uma cultura fabricada pela ideologia que tenta se apresentar como sendo a própria cultura. Pode também agredir a arte e banalizá-la, pois se torna tão abrangente que perde a sua idéia principal de atingir um público alvo estabelecido.

Ravennie S. Oliveira
3m4
Renato Pacheco

Melissa Almeida disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Melissa Almeida disse...

A mídia determina a moda? Temos vontade própria ao escolher as mercadorias que adquirimos?
Ao ser feita essa pergunta e ao refletir sobre a palavra principal: “MODA” percebe-se que seu significado já deixa claro que não é uma coisa que vem de você, e sim uma tendência como diz o sinônimo da palavra. Significado: Uso passageiro que rege, de acordo com o gosto do momento, a maneira de viver, de vestir etc.
Como mostrado a moda nada mais é do que a cópia do que alguém fez isso e mostrado todos os dias através da indústria cultural. Um bom exemplo e a nova geração do rock através dessas bandas de roupa colorida e cabelos “meio afeminados” percebesse a mudança dos garotos na sociedade pela forma que se vestem o rosa que antes era uma cor proibida em seus guarda-roupas hoje é uma das cores mais usadas.
Tudo isso acontece por conta da mídia que divulgam a novas tendências através das sua publicidades é como se ela descesse: “ Use x roupa e vai ficar igual ao Justin Bieber”. As pessoas de modo geral acabam sendo influenciadas achando que usando x roupa vai ficar igual a certa pessoa e assim se segue a moda através da industria cultural onde as pessoas que estão no auge do momento ditam a moda.
Quando uma pessoa diz: “não sou influenciada pela moda” esta acabando de mentir, pois realmente só é adquirido aquilo que lhe agrada porém o que acaba lhe agradando é o que esta na moda, e vai ser sempre assim pessoas sendo influenciadas pela industria cultural sem ao menos perceber.

Melissa Almeida
3M3

Ramona disse...

A indústria cultural tem o objetivo de nos mostra outra realidade do mundo, uma realidade que de fato é a nossa necessidade. A indústria cultural, os meios de comunicação de massa e a cultura de massa surgem com funções do fenômeno da industrialização, Conseqüências da revolução industrial, traços marcantes de uma sociedade capitalista, em que é nítida a oposição de classes. Cultura de massa é um movimento no qual grande quantidade de indivíduos distintos vai perdendo a capacidade de ação, de usar as palavras para comunicar entre si. O indivíduo que integra uma massa não age mais, apenas reage de forma padronizada.


Ramona Fontoura
3V1

Thays Costa disse...

Segundo o dicionário arte é maneira de ser ou agir, conduta, habilidade, ciência, talento, ofício. Todos sabemos, que hoje a arte é algo da nossa cultura. Cultura essa, que foi sendo formada ao longo de muitos anos. A partir do século XIX e graças ao capitalismo a cultura na forma de arte foi sendo restrita a elite. A elite por sua vez, teve que inventar uma cultura massificadora para população, ou seja, uma cultura em massa e indústrial, pois com a cultura voltada para arte, ela não lucrava e ainda fazia com que a população tivesse acesso ao pensamento, a reflexão e a crítica, podendo a elite perder seu domínio sobre o "povo". A elite detentora dos meios de pensamentos e pertubações consegue um domínio incrível sobre o povo, desenvolvendo a maior e mais eficaz indústria cultural já existente, a televisão.
A televisão é o principal meio de comunicação existente, ela consegue desaparecer com as barreiras; informa de tudo que acontece no mundo; conhecer todos os produtos do mercado e então poder escolher qual queremos comprar, não é verdade? infelizmente, sinto informa-los que tudo isso, não é verdade. A televisão só rompe as barreiras e informa de tudo que acontece no mundo, quando é favorável ao seu lucro ou que por falta de conteúdo é insignificante. Com relação a livre concorrência, ela não existe, o que existe é um monopólio dos detentores dos meios de produção, mas só, dos mais poderosos.
Até os dias atuais a elite tem conseguido manter a população obediente e afastada da arte que causa inquietação, podendo até ocasionar uma revolta ou uma reviravolta nos cargos da sociedade. Este afastamento de se deve ao fato de atribuir valores altíssimos as obras de arte. Enquanto que a indústria cultura e de massas tem estado cada vez mais presente nas casas de cada cidadão.

LUCAS ₪ ø lll .o· disse...

A industria cultural sempre influenciou e continuara influenciando em nossas vidas, a maioria das coisas que fazemos, que usamos, muitas das nossas atitudes, são baseadas no que vimos na mídia, somos induzidos a comprar e consumir coisas que as vezes nem usaremos, e com isso pagamos para fazer propaganda. Resumindo viramos garotos propaganda.
LUCAS 3V1

Andreia disse...

Indústria cultural influencia a sociedade no sentido de entretenimento, consumismo e status. Inconscientemente, ela valoriza o “ter” e não o “ser”. O que ocorre é que a indústria cultural transforma a cultura em comércio, massificando-a; desse modo, pode-se considerar que essa indústria faz perder o verdadeiro sentido da cultura - identidade social. Assim, a mídia é uma grande aliada de tal: transmite mensagens relacionadas ao modismo, de produtos que ”necessitamos”; ela se faz sedutora aos olhos e provoca ações dos consumidores.
Desse modo, o individuo está rodeado de “propostas” que prometem torná-lo melhor, mais perfeito, no qual, o grande objetivo é o lucro. Por isso, podemos considerar a indústria cultural, juntamente com a mídia um “mal necessário”.

Andreia F. Ribeiro. 3v1 (Renato Pacheco)

tiago marcarini disse...

A indústria cultural tem o objetivo de nos mostra outra realidade do mundo, uma realidade que de fato é a nossa necessidade um exemplo claro disso são as crianças principalmente, pois são as mais atingidas em certas épocas do ano comemorativas como, por exemplo, a páscoa passam centenas de ovos de páscoa de todos os modelos que encantam á todos com as novidades “os brindes”, ou então as sandálias que vem com algum brinde para chamar a atenção das crianças. São muitas coisas que nos atraem não só as crianças mais também adultas, jovens pessoas de todas as idades, e como citado no texto à indústria cultural acarreta o resultado oposto, ao massificar a Cultura.A Indústria cultural,escolhe pelos meios de comunicação o seu consumidor, tornando assim cada vez maior a diferença entre as classes sociais. O texto nos mostra que se compararmos a arte da antiguidade com a moderna,a primeira diferença observada é que uma arte nos faz pensar e até mesmo criticar;e já a outra apesar de hoje em dia "todos" terem algum tipo de acesso à ela, impulsionados e seduzidos pela Indústria Cultural se tornam pessoas sem opiniões.
Hoje em dia, a população está tão ligada ao meio virtual como:internet, televisão, rádio, etc;que abam absorvendo a cultura dada por estes.Eu entendi também que apesar de todos conhecerem algum tipo de produto, não podem consumi-lo, pois a diferença do capital faz com que os compradores sejam distintos e escolhidos.

Tiago Marcarini 3v1

Maria Sathler disse...
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Maria Sathler disse...

A indústria cultural hoje é algo bem diferente do que era no passado. Hoje nada é feito por inspiração, criatividade, é feito por lucro. Se um produto consegue ser vendido e dar lucro aos criadores, é um bom produto. Isso faz com que cada vez menos artistas que eram considerados bons consigam o reconhecimento merecido.Até as novelas e filmes estão passando por esse processo, não importam o conteudo que eles oferecem aos telespectadores, mais sim quantos pontos de ibope esta dando ou quantas pessoas foram ao cinema assistir. Nada na industria cultural hoje é inédito e sim um releitura do que ja foi feito. Tudo isso leva as pessoas a uma alienação cultural.

Maria Eunice Sathler Viana 3M3

Patrick_KingSize disse...

Patrick Telles
3v1
Indústria cultural

A indústria cultural,tem como seu objetivo principal,não apenas explicar os meios de consumo, mas sim te mostrar que você é quem está seguindo um padrão de vida ,que nos consumistas"da moda" achamos ótima,somos obrigados a gostar de coisas , antes nunca vistas, e acabamos gostando mais doque as anteriores.Isso tudo tem outro nome chamado Capitalismo ,pelo dinheiro ,tudo te seduz
Os meios de Comunicação de massa,como o rádio a televisão ,estão nos prendendo a sua rotina, tudo que nos acreditamos e fazemos, e porque somos criados e acustumados a viver desta maneira, de siguir sempre o "ideal" da população, os mais ricos sempre influênciando os mais pobres.

Camila Gomes disse...

A partir da segunda revolução industrial no século XIX e prosseguindo no que se denomina agora sociedade pós-industrial ou pós-moderna (iniciada nos anos 70 do século passado), as artes foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural, baseada na idéia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série. Democracia cultural significa direito de acesso e de fruição das obras culturais, direito à informação e à formação culturais, direito à produção cultural.Que significa isso?A indústria cultural vende Cultura. Os meios de comunicaçãoDos meios de comunicação, sem dúvida, o rádio e a televisão manifestam mais do que todos os outros esses traços da indústria cultural.Essa divisão é feita para atender às exigências dos patrocinadores, que financiam os programas em vista dos consumidores potenciais de seus produtos e, portanto, criam a especificação do conteúdo e do horário de cada programa. A desinformação, aliás, é o principal resultado da maioria dos noticiários de rádio e televisão. A televisão é um meio técnico de comunicação à distância, que empresta do jornalismo a idéia de reportagem e notícia, da literatura, a idéia do folhetim novelesco, do teatro, a idéia de relação com um público presente, e do cinema, os procedimentos com imagens. O cinema é a forma contemporânea da arte: a da imagem sonora em movimento. Apesar dos pesares, Benjamin tinha razão ao considerar o cinema a arte democrática do nosso tempo.

Camila Gomes
3m4

Maysa C. disse...

Maysa Cristina Miranda 3m3.
O mundo vive em um sistema de economia, política e cultura, e a criação da indústria cultural e para poder transmitir conteúdo artístico com objetivo de obter lucros. Você Cria algo baseado no que chamamos de cultura em grande quantidade para atrair a população, é um exemplo da Moda, que está de acordo com a cultura e a população em massa.

Kelvyn disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Kelvyn disse...

Kelvyn Itaboraí 3v1

Considerando este ponto, podemos dizer que a presença do aparelho de tevê no cotidiano das pessoas é tão forte que muitos pensam que a televisão é o único lazer da população. Além da tevê, a ainda escuta de rádio AM e FM, a leitura de jornais, revistas, escuta de discos, ou seja, um lazer financiado pela publicidade comercial que usualmente se designa como industria cultural. Com isso, uma outra suspeita de que lazer é todo voltado para o consumo ou para atividade que levam ao consumo.
Os estudos de orçamento-tempo, mostraram que, efetivamente, quase a metade do tempo livre de nossa população é gasta com um lazer produzido pela indústria cultural, vindo principalmente da televisão, seguida de longe pelo rádio e, mais de longe ainda, pelos livros, discos, jornais e revistas.
Contudo, é perigoso afirmar que determinada atividade seja, ou não, produzida pela indústria cultural, é também importante observar que tais meios de comunicação de massa nada mais são do que a reprodução de conteúdos de outras práticas de lazer. Como por exemplo, o volume de concertos de música erudita ou popular vistos nas rádios e tevês é incomparavelmente maior do que o das salas de show e concertos ao vivo. O mesmo vale para outros espetáculos artísticos e para o esporte, a ginástica, a jardinagem, a culinária, a informação em geral. Trata-se de um consumo de lazer e não de prática ativa de lazer.
É importante ressaltar então, as relações estabelecidas entre indústria cultural, meios de comunicação de massa e com a cultura de massa. Em um primeiro momento, podemos achar que estas expressões funcionam como sinônimos, mas não é assim.




GUNSSSSSS N' ROSESSSSSSSSS

JuninFlu disse...

Trata-se de um processo que ao
mesmo tempo em que coisifica
nossas relações sociais,naturaliza o mundo das mercadorias que nos cercam e nos comandam. Tudo como um grande mercado deinvestimentos, de bens de capital e novidades
que, como nos informa sem descanso os noticiários escritos e falados, ora está mal humorado, em seguida eufórico, instável num dia, depois depressivo... Sempre inconstante.
Com efeito, o mercado, dotado
de “humanidade” comanda agora as nossas existências de acordo com o ponto de vista do maior promotor de nossos desejos, gostos e sentimentos: a mídia.
Olhando para nosso “mundo globalizado”, que contabiliza tantos avanços e conquistas científicas e tecnológicas quantas catástrofes e violências
múltiplas; que de forma tão contraditória vive de promover o individualismo descartando os indivíduos, somos levados a crer que as perdas decorrentes da forma como são tratados,cuidados o nosso planeta, os animais e nós próprios (aquela ação que originalmente queria dizer cultura) são bem mais previsíveis que as promessas de ganho propagadas sem descanso pelos cada vez mais modernos meios de comunicação de massas que aprendemos chamar de “mídia”.

Pedro Fábio Meschiatti Júnior-3m3
Renato Pacheco

Humberto disse...

Bom o termo indústria cultural resume a parte pelo todo, no caso a cultura, que a mídia usa para nos mostrar que “precisamos” dos produtos anunciados, pois se não obtivermos eles estaremos fora de moda ou algo assim, sendo que em grande parte não são necessários e poderíamos viver sem eles tranquilamente. Mas uma parte desses nos traz um conforto, que é um outro ponto que a mídia junto com a industria cultural insistentemente amplia cada vez mais para nós, seres humanos, evitarmos movimentos repetitivos. E no final das contas em grande parte nós somos atraídos e adquirimos tais produtos oferecidos pela força da mídia, publicidade e a indústria cultural, a força do capitalismo.

Humberto Vieira 3m4
http://www.betohvs.blogspot.com/

amanda disse...

Indústria cultural é o nome dado a empresas e instituições que trabalham com a produção de projetos, canais, jornais, rádios, revistas e outras formas de descontração, baseadas na cultura, visando o lucro. A principal forma cultural construída por essas indústrias é a televisão, que ensina e forma indivíduos cada vez mais cedo. Nela podem-se observar diferentes temas e culturas expostas a qualquer horário e idade.
Cultura de massa é um movimento no qual grande quantidade de indivíduos distintos vai perdendo a espontaneidade, a capacidade de ação, de usar as palavras para comunicar entre si, e passa a comportar-se sem discutir, passivamente, de tal forma que o conjunto resulta numa massa homogeneizada. O indivíduo que integra uma massa não age mais, apenas reage de forma padronizada a estímulos externos. A cultura de massa vem atuando sobre os agrupamentos humanos desde milênios, mas ganhou força com o surgimento de outros movimentos como o capitalismo industrial, a urbanização, as tecnologias das comunicações, etc. que facilitaram a massificação do homem a partir da Idade Moderna. É por essa razão que enfatizamos a moderna e a contemporânea cultura de massa.

Amanda Gonçalves da Silva
3v1

Cláudia Letícia disse...

A indústria cultural está presente no dia-a-dia do homem. Ela se impõe sobre a vida e o cotidiano das pessoas. Seu poder de manipulação consegue bloquear a mente das pessoas, impedindo-as de pensarem por si só.
A indústria cultural é uma fábrica de ilusões e de consumo superficial. A produção da indústria cultural visa o lucro tendo como base padrões de imagem cultural estabelecidas e capazes de conquistar o interesse das pessoas sem trabalhar o caráter crítico delas.

Cláudia Letícia
3m2

Renzo Vetorazzi disse...

O texto de Marilena Chauí Indústria cultural e cultura de massa retratam que após o capitalismo, a cultura e os produtos culturais modificaram a arte, por exemplo, perdeu sua democratização e se massificou no mercado, visando o lucro, a arte passou a ser repetitiva e a sua criação se tornou para o consumo.
A indústria massificou a arte para separar os pobres, da elite, as propagandas pelos meios de comunicação: radio e TV. São divididas para as classes a, b, c, d, e horários que são específicos para cada tipo de publico.
O patrocinador de uma determinada empresa expõe sua marca, às vezes, em programas que não tem nada a ver com seu produto, mas serve para divulgar o nome da empresa. Os meios de comunicação servem para nos fazer comprar e pensar que o determinado programa pedi. Outros efeitos que a mídia produz, em nossas mentes, são: a dispersão da atenção, e a infantilização. A cultura só nos satisfaz se tivermos paciência para compreendê-la, isso exige maturidade. Já a mídia nos satisfaz porque nada nos pede apenas que permaneçamos infantis
Escola: Renato Pacheco
Aluno: Renzo
Turma: 3m2

Joemylia disse...

Indústria Cultural é um conjunto de empresas e instituições cuja principal atividade econômica é a produção de cultura, com fins lucrativos e mercantis. No sistema de produção cultural, encaixam-se a mídia; que são elaborados de forma a aumentar o consumo, modificar hábitos, educar e informar. A indústria cultural impede a formação de indivíduos independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.Na Indústria Cultural, tudo vira negócio e o homem não passa de um mero instrumento de trabalho e de consumo, ou seja, objeto.

Aygres Cardoso disse...

Indústria cultural

Muitas vezes,mesmo sem perceber somos vítimas da grande produção da indústria cultural,que não produz algo pra gostarmos e sim para consumirmos.Podemos enxergar isso no nosso dia-a-dia.Muitas vezes compramos um produto não pela qualidade do mesmo mas pelo o que aquilo irá nos proporcionar.
A indústria cultural tem como objetivo lucrar,fazer com que os produtos produzidos por ela sejam grande sucesso e aprovado por todos os tipos de público.A indústria cultural é capitalista,e busca ampliar seus lucros cada vez mais,mesmo que passe por cima do bom senso do consumidor .

Aygres Cardoso 3m4

Hemilly Oliveira disse...
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Hemilly Oliveira disse...

Vontade de ter produtos novos e ao mesmo tempo perceber que as pessoas a sua volta também o querem. Pode ate parecer coincidência mais isso só prova que você é mais uma vitima da indústria cultural. Ela te aliena e acaba com sua vontade própria sem ao menos que você perceba e visa acima de tudo a lucro das grandes empresas. E mesmo que você tente fugir, a indústria cultural, esta em todos os lugares te influenciando de toda forma.
Infelizmente isso acontece em nossa sociedade e continuara acontecendo enquanto a população não perceber que estão sendo controlados e reivindicarem seu direito de livre escolha.
Hemilly Barbosa De Oliveira -3m2- Renato Pacheco

Rodrigo Stefan disse...

Industria cultural é o que a mídia usa para nos mostrar que “precisamos” dos produtos anunciados, pois se não obtivermos eles estaremos fora de moda ou algo assim, sendo que em grande parte não são necessários e poderíamos viver sem eles tranquilamente.

João Pardim disse...

3V1
O próprio nome já diz tudo, industria cultural nada mais é do que, uma cultura introduzida pelas industrias, ou em outras palavras, a mídia constrói uma cultura na nossa sociedade em que ninguém está isento. As várias formas em que se vê esse tipo de implantação é a moda, estilo de vida ou até mesmo o que é certo, bom ou errado e mau. Ela usa de meios para passar certas informações para população que são conhecidos como meios de comunicação, onde, podem controlar o que se passa a cada dia. Um exemplo de como seria, pode ser até notado em um dos filmes que trata desse tipo de assunto, 1984, que mostra uma pessoa encarregada de supervisionar o tipo de informação que seria postado no jornal local.
Apesar de achar que a industria cultural não terá fim, e não terá obviamente, podemos mostrar as pessoas que esse tipo de cultura é um bloqueio para a reflexão, pois ela determina o que as pessoas deve pensar, usar, falar e etc. Não devemos ser assim, e sim pensarmos por si próprios para sermos críticos, e não aceitarmos todas as coisas que nos serão impostas.

Alan.Felipe disse...

A indústria cultural está presente na vida cotidiana da população e exerce uma forte influencia sobre ela. O seu caráter manipulador (e conservador) já foi denunciado inúmeras vezes. A visão ingênua da indústria cultural que a julga uma manifestação dos interesses do conjunto da sociedade, um produto dela e, por isso, um meio de comunicação que exerce uma ação benéfica sobre a população, reproduzindo o que ela quer ver, não se sustenta desde o surgimento das várias análises sobre a indústria cultural a partir da obra clássica de Adorno e Horkheimer (1986). Iremos, no presente texto, buscar analisar a concepção de indústria cultural no sentido de perceber suas contradições, indo além da percepção de seu papel conservador e manipulador.

Uns dizem que a indústria cultural é expressão da dominação burguesa e da alienação. Ela tira das "classes subalternas" a possibilidade de elaborarem uma cultura própria e crítica, pois a comunicação de massas é uma "rua de mão única" onde fora os números do ibope não existe nenhuma atuação do público sobre os meios de comunicação (Numeriano, 1990).

Esta interpretação da indústria cultural tem sua origem nas análises clássicas de Adorno e Horkheimer. Para estes representantes da Escola de Frankfurt, a indústria cultural nega aos consumidores aquilo que lhe promete. Ela é uma fábrica de ilusões e de consumo superficial (Adorno & Horkheimer, 1986; Jay, 1988). Estes autores, os primeiros a utilizar o termo "indústria cultural", fazem uma severa crítica a ela. Segundo Adorno, "a indústria cultural é a integração deliberada, a partir do alto, de seus consumidores" (Adorno, 1977, p. 287).

O lucro e a lógica da produção capitalista realizam a mercantilização da arte e da cultura, produzindo "mercadorias culturais":

"As mercadorias culturais da indústria se orientam, como dissertam Brecht e Suhrkamp há já trinta anos, segundo o princípio de sua comercialização e não segundo o seu próprio conteúdo e sua figuração adequada. Toda a práxis da indústria cultural transfere, sem mais, a motivação do lucro às criações espirituais. A partir do momento em que essas mercadorias asseguram a vida de seus produtores no mercado, elas já estão contaminadas por essa motivação. Mas eles não almejavam o lucro senão de forma mediata, através de seu caráter autônomo. O que é novo na indústria cultural é o primado imediato e confesso do efeito, que por sua vez é precisamente calculado em seus produtos mais típicos. A autonomia das obras de arte, que, é verdade, quase nunca existiu de forma pura e que sempre foi marcada por conexões de efeito, vê-se no limite abolida pela indústria cultural. Com ou sem a vontade consciente de seus promotores. Estes são tanto órgãos de execução como também os detentores do poder. Do ponto de vista econômico, eles estavam à procura de novas possibilidades de aplicação de capital em países mais desenvolvidos.


A indústria cultural produz uma estandardização e racionalização da produção cultural e ao mesmo tempo conserva também "formas de produção individual" (Adorno, 1977), ou, segundo Morin, produz uma "padronização-individualização" (Morin, 1978). Trata-se, no entanto, de um pseudo-individualismo no qual a propaganda e a manipulação possuem papel fundamental (Slater, 1978).

Esta posição sobre a indústria cultural tem alguns pontos questionáveis. Podemos concordar com grande parte de suas teses. A indústria cultural realmente realiza uma comunicação unilateral. Tal como coloca Baudrillard, "a TV é, pela própria presença, o controle social em casa de cada um" (Baudrillard). A TV apresenta mensagens elaboradas por uma elite de especialistas que estão, quer queira ou não, a serviço da classe dominante.

 
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